Projeto Pedagógico 2022

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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD
INSTITUTO DE MATEMÁTICA - IM

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
MATEMÁTICA BACHARELADO

Maceió/AL
Abril de 2022

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

REITOR:
Prof. Dr. Josealdo Tonholo
VICE-REITORA:
Prof. Dra. Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
PRÓ-REITOR DE GRADUAÇÃO:
Prof. Dr. Amauri da Silva Barros
DIRETOR DO INSTITUTO DE MATEMÁTICA:
Prof. Dr. Isnaldo Isaac Barbosa
COLEGIADO DO CURSO EM 2024
Membros Docentes Titulares
Profa. Dra. Elaine Cristine de Souza Silva (Coordenadora do Curso)​
Prof. Dr. Cicero Tiarlos Nogueira Cruz (Vice-Coordenador do Curso)
Prof. Dr. Renan Dantas Medrado
Prof. Dr. Marcos Ranieri da Silva
Prof. Dr. Marcio Henrique Batista da Silva
Membros Docentes Suplentes
Prof. Dr. Márcio Cavalcante de Melo
Prof. Dr. Carlos Gonçalves do Rei Filho
Prof. Dr. Rafael Nobrega de Oliveira Lucena
Prof. Dr. Krerley Irraciel Martins Oliveira
Prof. Dr. Wagner Ranter Gouveia da Silva
Membros Técnicos-Administrativos
Edja Medeiros Silveira (Titular)
Alan de Melo Barbosa (Suplente)
Membros Discentes
Lucas Hiroshi dos Santos Nakagawa (Titular)
Vinícius Nogueira Lima (Suplente)
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
Prof. Dr. José Carlos Almeida de Lima (Coordenador do NDE)
Prof. Dr. Davi dos Santos Lima
Prof. Dr. Márcio Cavalcante de Melo
Prof. Dr. André Luiz Flores
Prof. Dr. Rafael Nobrega de Oliveira Lucena
Profa. Dra. Elaine Cristine de Souza Silva

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

SUMÁRIO

1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO​

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2. INTRODUÇÃO​

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2.1 BREVE HISTÓRICO DO CURSO​
2.2 VISÃO GERAL DO CURSO​
3. CONCEPÇÃO DO CURSO​
3.1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO​
3.2 OBJETIVOS​
3.2.1 Objetivo Geral​
3.2.2 Objetivos Específicos​
3.3 PERFIL E COMPETÊNCIA PROFISSIONAL DO EGRESSO​

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4. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA​

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4.1 COLEGIADO DO CURSO​
4.2 COORDENAÇÃO DO TCC​
4.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE​
4.4 DOCENTES E TÉCNICOS​
4.4.1 Docentes​
4.4.2 Técnicos​

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19

5. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR​

19

5.1 TEMAS TRANSVERSAIS​
5.1.1 Relações Étnicos-Raciais​
5.1.2 Educação Ambiental
5.1.3 Educação em Direitos Humanos​
5.2 Língua Brasileira de Sinais​
5.3 Matriz e Proposta Curricular​
5.4 Lista de Disciplinas Eletivas do Curso​
5.5 Ementas das Disciplinas Obrigatórias​
5.6 Ementas das Disciplinas Eletivas​

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ATIVIDADES COMPLEMENTARES​

61

6. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO​

63

7. EXTENSÃO​

64

7.1 PROGRAMA DE EXTENSÃO​
7.2 PROGRAMA INTEGRALIZADO DE EXTENSÃO​
7.3 AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE DE EXTENSÃO​

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71

8.AS POLITICAS EDUCACIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO​

71

9.AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO – TIC​

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10. METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM​

78

11. ASPECTOS INTERDISCIPLINARES E DE INCLUSÃO​

79

12. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM​

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13. OUTRAS AVALIAÇÕES​

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14. APOIO AOS DISCENTES​

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15. INFRAESTRUTURAS​

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
REFERÊNCIAS​

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ANEXO 1: RESOLUÇÃO DE TCC​

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL Rodovia BR
101, Km 14 CEP: 57.072 - 970 Fone: (82) 3214 - 1100 (Central) Portal
eletrônico: www.ufal.edu.br
Curso: Matemática Bacharelado
Autorização: Resolução nº 14/74, de 24.09.74, do Conselho Federal de Educação
Reconhecimento: Portaria N° 1076/MEC, de 29/10/1979.
Renovação de reconhecimento: Portaria N° 283 de 22 de Julho de 2011.
Renovação de reconhecimento: Portaria Nº 286 de 21 de dezembro de 2012.
Renovação de reconhecimento: Portaria Nº 1096 de 24 de dezembro de 2015
Renovação de reconhecimento: Portaria Nº 920 de 27 de dezembro de 2018
Turno: Diurno
Tempo mínimo para integralização: 8 períodos
Tempo máximo para integralização: 12 períodos
Modalidade: Presencial
Título oferecido: Bacharel em Matemática
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: A. C. Simões
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Endereço de funcionamento do curso:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL Rodovia BR
101, Km 14 CEP: 57.072 970
Portal eletrônico do curso: http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/im/pt-br
Coordenador(a) do Curso
Nome: Elaine Cristine de Souza Silva
Formação acadêmica: Licenciada, Mestre e Doutora em Matemática
Titulação: Doutora.
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva.

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

2. INTRODUÇÃO​
Este Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado ajusta o atual projeto
pedagógico que está em vigor desde 2006 para tornar a extensão

componente curricular

obrigatório nos termos da Resolução CONSUNI Nº 04/2018, bem como para atender às novas
Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Matemática, Bacharelado e Licenciatura,
Parecer Nº 1.302/2001 do Conselho Nacional de Educação (CNE) / Câmara de Educação
Superior (CES), publicado no Diário Oficial da União em 5/3/2002, seção 1, p. 15 (CNE/CES N°
02/2007) e às Resoluções de números 25/90, 83/92, 01/93, 15/93, 113/95 e 25/2005 do Conselho
de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da Universidade Federal de Alagoas. Com o intuito de
formar um Matemático atuante na sociedade, crítico e atualizado com a realidade na qual está
inserido, esse projeto obedece às Diretrizes Nacionais para Educação em Direitos Humanos,
conforme a Resolução CNE/CP Nº 01/2012, às Diretrizes para Educação das Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena, nos
termos das Leis Nº 10.639/2003 , Nº 11.645/2008 e da Resolução CNE/CP Nº 01/2004, com
Políticas de Educação Ambiental, estabelecidas pela Lei Nº 9.795/1999, além de atender às
condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, conforme
disposto CF/88, art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2015, da ABNT, na Lei N° 10.098/2000, na Lei
N° 13.146/2015, nos Decretos N° 5.296/2004, N° 6.949/2009, N° 7.611/2011 e na Portaria N°
3.284/2003. Além disso, esse Projeto Pedagógico atende às normas estabelecidas pela
Universidade Federal de Alagoas para as ações de extensão como componente curricular da
Instituição, conforme a resolução CONSUNI/UFAL Nº 06/2018.
Enfatizamos ainda que este projeto pedagógico tem o objetivo de funcionar como um
instrumento de orientação para a administração acadêmica e para as atividades do corpo docente
do curso. Além de norteador, é de interesse dos docentes e discentes que este projeto seja
periodicamente avaliado para que seja aperfeiçoado. Este projeto pedagógico foi elaborado
dentro da concepção de um trabalho docente coletivo, voltado à formação de um profissional
capaz de adquirir uma linguagem que lhe permita fazer leituras corretas de problemas em diferentes
contextos e interagir com profissionais de áreas afins e com a comunidade do seu entorno.

Contextualização
Fundada em 1961, a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) é uma instituição federal de

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

ensino superior, instalada no Campus A.C. Simões, em Maceió, e em mais dois campi no interior
do Estado: Campus Arapiraca e suas unidades em Viçosa, Penedo e Palmeira dos Índios e
Campus do Sertão, com sede em Delmiro Gouveia, e unidade em Santana do Ipanema.
A presença da UFAL no território alagoano, por meio de suas atividades de ensino,
pesquisa, extensão e assistência, representa importante vetor de desenvolvimento de Alagoas,
sobretudo por se tratar de um dos Estados que apresenta elevadíssimos indicadores de
desigualdades do Brasil. Mas, ao mesmo tempo, significa enfrentar um enorme desafio para
exercer plenamente sua missão social neste contexto de grandes limitações e precariedades.
Na qualidade de maior instituição pública de ensino superior do estado, a UFAL foi criada
em 25 de janeiro de 1961, por ato do então presidente Juscelino Kubitscheck, reunindo as
Faculdades de Direito (1933); Medicina (1951), Filosofia (1952), Economia (1954), Engenharia
(1955) e Odontologia (1957).
Dentro do Plano de Expansão das instituições públicas de ensino superior, denominado
Expansão com Interiorização, do Governo Federal, a UFAL criou, em 2006, o Campus Arapiraca,
no agreste alagoano, que se estende de sua sede, em Arapiraca, para as unidades em Palmeira
dos Índios, Penedo e Viçosa. Em 2010, foi inaugurado o Campus do Sertão, com sede em
Delmiro Gouveia e a unidade de Santana do Ipanema.
A UFAL tem por missão produzir, multiplicar e recriar o saber coletivo em todas as áreas do
conhecimento de forma comprometida com a ética, a justiça social, o desenvolvimento humano e
o bem comum.

Contexto regional e local
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km2, o Estado de Alagoas é composto por 102
municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão alagoano) e 13
microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE, apresentava população residente
3.120.922 habitantes, sendo 73,64% em meio urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas pela
formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado em suas meso e microrregiões.
Essa configuração espacial é contemplada com uma oferta acadêmica que respeita às
características econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas unidades instaladas em
cidades polo consideradas fomentadoras do desenvolvimento local.
Com a interiorização, a UFAL realiza cobertura universitária significativa em relação à

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas, à exceção do seu litoral
norte, cujo projeto de instalação do campus no município de Porto Calvo se encontra em
tramitação na SESu//MEC.
O PIB per capita estadual era de R$ 12.335,00, em 2014, sendo o setor de serviços o mais
importante na composição do valor agregado da economia, com participação de 66,35 %. Os
restantes 33,65% estão distribuídos em atividades agrárias – tradicionalmente policultura no
Agreste, pecuária no Sertão e cana-de- açúcar na Zona da Mata, além do turismo, aproveitando o
grande potencial da natureza do litoral.
Embora Alagoas possua notórias belezas naturais e equipamentos turísticos, os problemas
ambientais (praias urbanas inapropriadas para o banho, falta de saneamento básico, violação das
leis ambientais, entre outras) afastam os visitantes, produzindo estagnação em setores
econômicos vitais e, com isso, desemprego e exclusão. Com efeito, a demanda pela formulação
de

políticas

públicas

integradas,

resultado de múltiplas competências acadêmicas e

representações da sociedade civil, torna a criação do curso de Licenciatura em Ciências como um
diferencial, contribuindo, direto e indiretamente, para a transformação desse cenário.
Além dos fatores econômicos e ambientais mencionados, outro aspecto que também
justifica a criação do curso, diz respeito ao déficit educacional vivido no estado de Alagoas. De
acordo com o IPEA, Alagoas apresentava a terceira menor renda per capita dos nove Estados
nordestinos, cerca de R$ 6.728, obtida mediante a divisão do total do PIB (R$ 21,235 bilhões)
pelo total da população do Estado (3,1 milhões de habitantes). A População Economicamente
Ativa de Alagoas (PEA) correspondia, em 2011, a 1,3 milhões de pessoas. Destes, apenas 3% da
população (cerca de 40 mil pessoas) recebiam mais de cinco salários mínimos, ficando 232 mil
potenciais trabalhadores (cerca de 17% da PEA) sem qualquer renda. Além disso, 574 mil
pessoas (45% da PEA) recebiam até um salário mínimo, e 470 mil pessoas (38% da PEA)
recebiam entre um e 5 salários mínimos. De acordo com o IBGE, em 2014, o estado de Alagoas
obteve a segunda menor renda per capita do país.
De acordo com o índice de Gini (indicador que afere o grau de desigualdades social entre
as regiões e países), Alagoas possui uma das maiores polaridades de distribuição da renda no
Brasil: 1% dos mais abastados (aproximadamente 35 mil pessoas) detém 12% da renda do
estado, enquanto os 50% mais pobres (por volta de 1,5 milhão de pessoas) ficam com apenas
14% da renda estadual. Parte substancial da disparidade de renda atestada antes se deve ao
déficit educacional verificado no estado. Conforme a PNAD (Pesquisa Anual de Domicílios –
IBGE, 2011), do total da População Economicamente Ativa (PEA) existente em Alagoas, 21% não

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

possuíam qualquer instrução, e mais de 30% não detinha sequer o primeiro grau (primeiro ciclo
do ensino fundamental).
Segundo os dados fornecidos pelo IBGE, censo 2010, o índice de Desenvolvimento
Humano Municipal (IDHM) é de 0,631, o qual ainda é baixo se comparado à média nacional, ou
até mesmo aos nossos vizinhos fronteiriços, como Pernambuco: 0,673, e Sergipe: 0,665. Além
disso, a incidência da pobreza em nosso estado é de 59,54%, segundo dados do Próprio IBGE, o
que, também, nos deixa atrás de Sergipe: 47,80 %, e de Pernambuco: 52,50%. Como se não
bastasse Alagoas ter os piores índices de IDHM e de Pobreza em relação a seus vizinhos, o
Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) é de apenas 4,1 - o que nos deixa, em
cenário nacional, à frente, somente, do Estado do Amapá e do Pará.
Com o intuito de impulsionar e alavancar esses índices, e ainda considerando os limites
contextuais e institucionais dessa atuação, o Curso de Matemática Bacharelado, atende às
necessidades da sociedade regional e local, por meio da formação de profissionais que atuem na
sociedade, pois se compreende que, através da educação, a transformação pode ser viabilizada.
Além disso, a formação de bacharéis em Matemática poderá contribuir para minimizar o
gigantesco déficit educacional do Estado de Alagoas, um dos grandes responsáveis pela
distribuição desigual de oportunidades profissionais e manutenção estrutural da pobreza.
2.1 Breve Histórico do Curso
A Universidade Federal de Alagoas – maior instituição pública de ensino superior do
Estado - foi criada em 25 de janeiro de 1961, por ato do então presidente Juscelino Kubitscheck,
reunindo as Faculdades de Direito (1933); Medicina (1951), Filosofia (1952), Economia (1954),
Engenharia (1955) e Odontologia (1957).
A UFAL tem por missão produzir, multiplicar e recriar o saber coletivo em todas as áreas do
conhecimento de forma comprometida com a ética, a justiça social, o desenvolvimento humano e
o bem comum. Seu objetivo é tornar-se referência nacional nas atividades de ensino, pesquisa e
extensão, firmando-se como suporte de excelência para as demandas da sociedade.
Na Universidade Federal de Alagoas, a trajetória das disciplinas de conteúdo matemático
não foi muito diferente da que predominou nas demais universidades brasileiras. Apenas em
1974, com a redefinição da estrutura administrativa em Centros e Departamentos, ocorreu a
criação do Departamento de Matemática permitindo orientar e fixar os conteúdos de todas as
disciplinas de caráter matemático. Em particular, foram autorizados os Cursos de Licenciatura em

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Ciências, com habilitações em Matemática, Física, Química e Biologia, com parâmetros definidos
pela Resolução N° 30/74, de 11 de julho de 1974, do Conselho Federal de Educação.
A partir de 1987, dentro de um programa de avaliação curricular foram criados os “Cursos
de Licenciatura Plena em Matemática e Bacharelado em Matemática.” No ano de 2003, o
Departamento de Matemática criou o Curso de Mestrado Acadêmico em Matemática, através da
Resolução N° 40/2003-CEPE, de 12 de novembro de 2003, desenvolvendo pesquisas nas áreas
de Análise Matemática, Geometria Diferencial e Sistemas Dinâmicos.​

No ano de 2006, com

base no novo Estatuto da UFAL, o Departamento de Matemática tornou-se a Unidade Acadêmica
Instituto de Matemática (IM), com a mesma filosofia anterior, através da busca da excelência
acadêmica e da produção de novos conhecimentos científicos. Nesse mesmo ano, o curso de
Matemática Bacharelado reformulou seu projeto pedagógico, constituindo a matriz curricular
vigente até agora.
Finalmente, em maio de 2007, o Instituto de Matemática implementou o curso de
Matemática Licenciatura-Modalidade à distância. Em 2009 mantendo sua política de formação de
professores e pesquisadores, o Curso de Doutorado em Matemática em parceria com a UFBA foi
recomendado pela CAPES. Desde então o Instituto de Matemática tem se expandido com a
presença de estudantes de Mestrado, Doutorado, Pós-doutorado e professores visitantes,
enriquecendo e expandindo suas linhas de pesquisa (Geometria Diferencial, Sistemas Dinâmicos
e Análise).
2.2 Visão Geral do Curso
Tradicionalmente, a Matemática sempre esteve ligada às áreas da Física e da Engenharia,
porém, nas últimas décadas, as aplicações da Matemática estão ocorrendo numa constante
expansão e ampliação com intercâmbios em diferentes áreas do conhecimento; como, por
exemplo, a Computação, as Ciências Econômicas, Biológicas, Humanas e Sociais, exigindo a
revisão dos seus programas de formação. Portanto, com base nas demandas e exigências atuais,
expressas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, o Curso de Bacharelado em Matemática visa,
de modo mais amplo, dar uma formação matemática adequada a um posterior curso de
pós-graduação, preparando para o ensino e a pesquisa, além de fornecer elementos utilitários
fora do âmbito acadêmico para atuação nas diversas áreas de aplicação da Matemática, através
de atividades desenvolvidas pelo Laboratório de Estatística e Ciência de Dados (LED).
​

A presença da UFAL no território alagoano, por meio de suas atividades de ensino, pesquisa,

extensão e assistência, representa importante vetor de desenvolvimento de Alagoas, sobretudo

11

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

por se tratar de um dos Estados que apresenta elevadíssimos indicadores de desigualdades do
Brasil. Mas, ao mesmo tempo, significa enfrentar um enorme desafio para exercer plenamente
sua missão social neste contexto periférico, de grandes limitações e precariedades.
​

Dentro desse contexto, o curso de Matemática Bacharelado da UFAL tem um papel

importante no desenvolvimento científico, tecnológico e na formação docente para a educação
superior no estado. O Projeto Pedagógico desse curso de Matemática Bacharelado investe na
ampliação da formação, permitindo, além de um conhecimento sólido em matemática pura,
inserções básicas em áreas afins, como Física, Engenharia da computação e computação, a fim
realizar uma interação e uma transposição didática adequada, por meio de disciplinas eletivas
nessas áreas.
3. CONCEPÇÃO DO CURSO
3.1 Dados de Identificação do curso
TABELA 1 – Dados do curso Matemática Bacharelado
Nome

Matemática Bacharelado

Modalidade

Presencial

Endereço de

Instituto de Matemática - Campus A. C. Simões – Cidade

Funcionamento

Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14 CEP: 57.072 - 970

Atos Legais de

Autorização: Resolução Nº 14 UFAL/CONSUNI de 24/09/1974.

Autorização

Reconhecimento: Portaria N° 1076/MEC, de 29/10/1979.
Pareceres: CNE/CES N° 1.302/2001 e CNE/CES N° 02/2007.
Renovação de Reconhecimento: Portaria N° 283/MEC, de
22/07/2011.

Renovação

de Reconhecimento: Portaria N° 286/MEC, de 21/12/2012.
​
Renovação de Reconhecimento: Portaria N° 1096/MEC, de
24/12/2015.

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Renovação de reconhecimento: Portaria Nº 920 de 27 de
dezembro de 2018

Conceito preliminar do

Conceito 3 (2017)

Curso (CPC)
Turno de Funcionamento

Diurno

Titulação Conferida aos

Bacharel em Matemática

Egressos
Formas de Ingresso

Via Sistema de Seleção Unificada (SISU), Editais Internos de
Reopção e Transferência de Curso.

Tempo Mínimo e Máximo

Mínimo: 5 semestres letivos

de integralização

Máximo: 14 semestres letivos.

Número de Vagas por

20 vagas no primeiro semestre letivo de cada ano.

Semestre
3.2 Objetivos
O Curso de Matemática Bacharelado compreende conteúdos e atividades que constituem
base consistente para a formação de um profissional eficiente e contempla as atribuições
definidas de uma forma ampla o suficiente para que este desenvolva competências e habilidades,
segundo as expectativas atuais e, ao mesmo tempo, de uma forma flexível para que possa se
adaptar a diferentes perspectivas futuras, tendo em vista as novas demandas de funções sociais
e novos campos de atuação que vêm emergindo continuamente. Com esse propósito,
competências e habilidades devem ser desenvolvidas. ​
3.2.1 Objetivo Geral
​

​ Formar profissionais qualificados com sólida formação matemática, científica e cidadã,

capazes de dar continuidade aos estudos numa pós-graduação, com o intuito de suprir as
carências do ensino superior na área de Matemática, e também atuar no mercado de trabalho,

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

fora do ambiente acadêmico, e em áreas nas quais o raciocínio lógico e abstrato sejam
essenciais.
3.2.2 Objetivos Específicos
●​ Desenvolver o raciocínio indutivo;
●​ Formar profissionais capazes de buscar novos conhecimentos de forma autônoma,
por meio de um processo contínuo de aprendizagem;
●​ Desenvolver o senso crítico e investigativo, tornando o egresso capaz de utilizar
e/ou criar conhecimentos necessários para a resolução de problemas das diversas
áreas de conhecimento;
●​ Garantir uma ampla formação, visando a pesquisa, a carreira no ensino superior e
as oportunidades de trabalho em outros campos nos quais o raciocínio lógico e
abstrato é indispensável;
●​ Desenvolver, apoiar e estimular atividades de ensino, pesquisa ou extensão
relacionadas com a solução de problemas científico-tecnológicos;
●​ Desenvolver uma ética de atuação profissional e a consequente responsabilidade
social, compreendendo a Ciência como conhecimento histórico, desenvolvido em
diferentes contextos sócio-políticos, culturais e econômicos, respeitando direitos
individuais

e

coletivos,

diferenças

culturais,

políticas

e

religiosas

e

se

comprometendo com a preservação da biodiversidade.
3.3 Perfil e Competência Profissional do Egresso
Atendendo às exigências do Parecer CNE/CES 1.302/2001, em consonância com as
instruções do Conselho Nacional de Educação, dispostas na resolução CNE/CES N° 02/2007, um
Curso de Matemática Bacharelado deve ser projetado de forma tal que garanta ao bacharel uma
sólida formação matemática. Além disso, tal curso deve ser bastante flexível para garantir aos
seus graduados uma qualificação abrangente e, consequentemente, possibilitar oportunidades de
trabalho nas áreas de Computação, Física, Estatística, Engenharias, Economia, entre outras.
Dentro dessas perspectivas, propomos um programa para o Curso de Matemática Bacharelado
que propicie a formação não só do bacharel, que deseja seguir uma carreira acadêmica, como
também a formação de um profissional com sólida base em conteúdos matemáticos, combinada
com o conhecimento de algumas áreas de aplicação da Matemática e, portanto, dando ênfase à
interdisciplinaridade, ou seja, a formação adquirida pelo bacharel deve ser tal que lhe dê a
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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

flexibilidade necessária para atuar em um mercado de trabalho dinâmico e, atualmente,
imprevisível. Neste contexto, um Curso de Matemática Bacharelado deve garantir que seus
egressos tenham:
●​ Uma sólida formação de conteúdos de Matemática, complementada por uma
formação em áreas de aplicação da Matemática;
●​ Uma formação que lhes prepare para enfrentar os desafios das rápidas
transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições de exercício
profissional;
●​ Visão histórica e crítica da Matemática.
4. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
4.1 Colegiado do Curso
O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade Acadêmica e seu
objetivo é “coordenar o funcionamento acadêmico do curso, seu desenvolvimento e avaliação
permanente” e, segundo o artigo 25 do Regimento Geral da Universidade, é composto por:
I.​

05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos suplentes, que
estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada com a comunidade
acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução;

II.​

01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido em
processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para cumprir mandato
de 01 (um) ano, admitida uma única recondução;

III.​

01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo suplente,
escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos seus pares, para
cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução.
Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente, escolhidos pelos

seus membros dentre os docentes que o integram.
No artigo 26, tem-se as atribuições do Colegiado de Curso:
I.​

Coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico do Curso,
com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do profissional desejado, nas
características e necessidades da área de conhecimento, do mercado de trabalho e da
sociedade;

II.​

Coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração
docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com os

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

planos de ensino, com vistas à formação profissional planejada;
III.​

Coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos

resultados obtidos,

executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se fizerem
necessárias;
IV.​

Colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;

V.​

Exercer outras atribuições compatíveis.​
Além disso, de acordo com os artigos 6º e 7º da Resolução CONSUNI/UFAL Nº 06/2018,

também é atribuição do Colegiado de Curso Avaliar e reformular em articulação com o NDE o
PPC do Curso.
O atual Colegiado de Curso de Matemática Bacharelado vinculado ao Instituto de
Matemática é composto por:
Quadro 1:Colegiado do Curso de Matemática Bacharelado
Titulares

Função

Titulação

Elaine Cristine de Souza Silva
(Coordenadora)

Docente

Doutor

Cicero Tiarlos Nogueira Cruz
(Vice-Coordenador)

Docente

Doutor

Renan Dantas Medrado

Docente

Doutor

Marcos Ranieri da Silva

Docente

Doutor

Marcio Henrique Batista da Silva

Docente

Doutor

Técnico-Administrativo

Especialista

Discente

Graduando em Matemática

Edja Medeiros Silveira
Lucas Hiroshi dos Santos Nakagawa

Bacharelado
Suplentes

Função

Titulação

Márcio Cavalcante de Melo

Docente

Doutor

Carlos Gonçalves do Rei Filho

Docente

Doutor

Rafael Nobrega de Oliveira Lucena

Docente

Doutor

Krerley Irraciel Martins Oliveira

Docente

Doutor

Wagner Ranter Gouveia da Silva

Docente

Doutor

Alan de Melo Barbosa (Suplente)

Técnico-Administrativo

Graduado

Discente

Graduando em Matemática

Vinícius Nogueira Lima

Bacharelado

16

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

4.2 Coordenação do TCC
​

Ao colegiado cabe a escolha de um coordenador ou de uma comissão de Trabalho de

Conclusão de Curso, como consta na resolução de no Anexo, que se responsabilizará pelo
acompanhamento desta atividade no âmbito do curso. Cada Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) deverá satisfazer os critérios e as normas estabelecidas na Instrução Normativa nº 02 de
27 de setembro de 2013 da PROGRAD/UFAL.
4.3 Núcleo Docente Estruturante
​

A UFAL instituiu, através da Resolução 52/2012, no âmbito de seus Cursos de graduação,

os Núcleos Docentes Estruturantes (NDE), em atendimento à Portaria MEC nº. 147/2007, bem
como a Resolução CONAES nº. 01/2010 e o Parecer CONAES nº. 04/2010.
Segundo a Resolução 52/2012, o NDE possui as seguintes atribuições:
I. Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;
III. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e
consoantes com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
IV. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares

Nacionais para os Cursos

de Graduação.

​

Por meio da Portaria PROGRAD Nº 176, de 05 de setembro de 2023, os seguintes

docentes foram designados membros do NDE do Curso de Matemática Bacharelado: Prof. Dr.
José Carlos Almeida de Lima (Coordenador do NDE); Prof. Dr. Davi dos Santos Lima; Prof. Dr.
Márcio Cavalcante de Melo; Prof. Dr. André Luiz Flores; Prof. Dr. Márcio Henrique Batista da
Silva; Prof. Dr. Rafael Nóbrega de Oliveira Lucena (Coordenador do Curso de Matemática
Bacharelado até 08 de fevereiro de 2024). Em 27 de fevereiro de 2024, o colegiado do curso
aprovou uma atualização no NDE devido à mudança de coordenador, decisão homologada pelo
Conselho do Instituto de Matemática. A atualização foi formalizada com a emissão da PORTARIA
PROGRAD No 57 / 2024 - CCG, e a partir de 01 de março de 2024, os seguintes docentes
passaram a compor o NDE:

17

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Quadro 2: NDE do Curso de Matemática Bacharelado
Docente

Regime de

Titulação

Trabalho

Membro
desde:

José Carlos Almeida de Lima

DE

Doutor

2023

Davi dos Santos Lima

DE

Doutor

2020

Rafael Nóbrega de Oliveira Lucena

DE

Doutor

2023

DE

Doutor

2023

DE

Doutor

2023

Márcio Cavalcante de Melo

DE

Doutor

2023

Elaine Cristine de Souza Silva (atual coordenadora do
curso de Matemática Bacharelado)

DE

Doutora

2024

André Luiz Flores
Márcio Henrique Batista da Silva

4.4 Docentes e Técnicos
4.4.1 Docentes
​

O Curso de Matemática Bacharelado é atendido atualmente por docentes do Instituto de

Matemática, Instituto de Computação e do Instituto de Física. Além disso, uma disciplina é
ofertada pelo Instituto de Ciências Humanas Comunicação e Arte. Elencamos a seguir os
docentes do Instituto de Matemática, tendo em vista que o curso pertence a este Instituto.
Quadro 3: Docentes do Instituto de Matemática
NOME

Abraão Mendes do Rego Gouveia
Adelailson Peixoto da Silva
Adriano Lima Aguiar
Alan Anderson da Silva Pereira
Ali Golmakani
Amaurí da Silva Barros
André Luiz Flores
Carlos Gonçalves do Rei Filho
Cícero Tiarlos Nogueira Cruz
Cláudia de Oliveira Lozada
Davi dos Santos Lima
Diogo Carlos dos Santos
Ediel Azevedo Guerra
Elaine Cristine de Souza Silva
Feliciano Marcílio Aguiar Vitório
Fernando Enrique Echaiz Espinoza
Gerardo Jonatan Huaroto Cardenas
Getúlio Garcia Beleza Júnior
Gregório Manoel da Silva Neto
Hilário Alencar da Silva
Isadora Maria de Jesus
Isnaldo Isaac Barbosa
Ivan Araújo Cordeiro de Albuquerque
José Anderson de Lima e Silva

TITULAÇÃO

SITUAÇÃO
FUNCIONAL

CARGA
HORÁRIA

E-MAIL
INSTITUCIONAL

Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutora
Doutor
Doutor
Doutor
Doutora
Doutor
Doutor
Doutor
Mestre
Doutor
Doutor
Mestra
Doutor
Doutor
Doutor

Adjunto
Associado
Associado
Adjunto
Adjunto
Associado
Adjunto
Adjunto
Adjunto
Adjunta
Adjunto
Adjunto
Associado
Adjunta
Associado
Adjunto
Adjunto
Adjunto
Adjunto
Titular
Adjunto
Adjunto
Adjunto
Adjunto

40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE

abraao.mendes@im.ufal.br
adelailon@pos.mat.ufal.br
adriano@mat.ufal.br
alan.pereira@im.ufal.br
ali.golmakani@im.ufal.br
amauri.barros@im.ufal.br
andre.flores@im.ufal.br
carlos.filho@im.ufal.br
cicero.cruz@im.ufal.br
claudia.lozada@im.ufal.br
davi.santos@im.ufal.br
dione.lara@im.ufal.br
diogo.santos@im.ufal.br
elaine.silva@im.ufal.br
feliciano@pos.mat.ufal.br
echaiz@pos.mat.ufal.br
gerardo.cardenas@im.ufal.br
getulio.junior@im.ufal.br
gregorio@im.ufal.br
hilario@mat.ufal.br
isadora.jesus@im.ufal.br
isnaldo@pos.mat.ufal.br
ivan@mat.ufal.br
jose.lima@im.ufal.br

18

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
José Carlos Almeida de Lima
Juliana Roberta Theodoro de Lima
Krerley Irraciel Martins de Oliveira
Luis Guillermo Martinez Maza
Márcio Cavalcante de Melo
Márcio Henrique Batista da Silva
Marcos Petrúcio de Almeida Cavalcante
Marcos Ranieri da Silva
Rafael Nóbrega de Oliveira Lucena
Renan Dantas Medrado
Vânio Fragoso de Melo
Viviane de Oliveira Santos
Wagner Ranter Gouveia da Silva

Doutor
Doutora
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutora
Doutor

Associado
Adjunta
Titular
Adjunto
Adjunto
Associado
Associado
Adjunto
Adjunto
Adjunto
Associado
Adjunta
Adjunto

40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE
40h DE

jcarlos@mat.ufal.br
juliana.lima@im.ufal.br
krerley@pos.mat.ufal.br
lmaza@im.ufal.br
marcio.melo@im.ufal.br
mhbs@mat.ufal.br
marcos@pos.mat.ufal.br
marcos.ranieri@im.ufal.br
rafael.lucena@im.ufal.br
renan.medrado@im.ufal
vanio@im.ufal.br
viviane.santos@im.ufal.br
wagnerranter@im.ufal.br

4.4.2 Técnicos​
O Curso de Matemática Bacharelado conta atualmente com 01 (um) Técnico-administrativo.​
Quadro 4: Técnicos-administrativos que atendem ao Curso
Nome
Regime de Trabalho
Titulação
Alan de Melo Barbosa
40h
Graduado
5. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
​

As Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Matemática, Bacharelado e

Licenciatura (PARECER CNE/CES 1.302/2001, pp. 5-6), estabelecem:
Os conteúdos descritos a seguir, comuns a todos os cursos de Bacharelado, podem
ser distribuídos ao longo do curso de acordo com o currículo proposto pela IES:
●​ Cálculo Diferencial e Integral
●​ Álgebra Linear
●​ Topologia
●​ Análise Matemática
●​ Análise Complexa
●​ Geometria Diferencial
A parte comum deve ainda incluir o estudo de Probabilidade e Estatística.
É necessário um conhecimento de Física Geral e noções de Física Moderna como
forma de possibilitar ao bacharelando o estudo de uma área na qual historicamente
o uso da matemática é especialmente significativo.
Desde o início do curso o bacharelando deve adquirir familiaridade com o uso do
computador como instrumento de trabalho, incentivando-se sua utilização para
formulação e solução de problemas.
Para complementar a formação do bacharel, conforme o perfil escolhido, as IES
poderão diversificar as disciplinas oferecidas, que poderão consistir em estudos

19

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
mais avançados de Matemática ou estudo das áreas de aplicação, distribuídas ao
longo do curso. Em caso da formação em área de aplicação, a IES deve organizar
seu currículo de forma a garantir que a parte diversificada seja constituída de
disciplinas de formação matemática e da área de aplicação formando um todo
coerente. É fundamental o estabelecimento de critérios que garantam essa coerência
dentro do programa.

O Curso de Matemática está organizado em 8 semestres totalizando uma carga horária de
3086 horas.
5.1 Temas Transversais
5.1.1 Relações Étnicos-Raciais
Os PPCs da UFAL vêm tratando a temática das Relações Étnico-raciais de forma
transversal, visando atender a Lei 10.639/2003, a Lei 11.645/2008 e a Resolução CNE/CP
01/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação de Relações Étnico Raciais e para o Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira, Africana e Indígena. Essa temática será tratada de forma transversal em uma das
atividades de extensão do programa proposto neste PPC, mais precisamente, na atividade
denominada “PIMI nas escolas” (para maiores detalhes ver o programa de extensão proposto
neste PPC).
Além disso, vale ressaltar o compromisso firmado pela UFAL, dentre outros, de
aperfeiçoamento das políticas de ações afirmativas, dos cursos de graduação e pós-graduação,
implementadas, oficialmente, desde 11 de novembro de 2003, por meio da Resolução
CONSUNI/UFAL nº 33, que aprovou o Programa Ações Afirmativas para Afrodescendentes
(PAAF) nesta instituição, com o empenho do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB-UFAL),
criado em 1981, inicialmente Centro de Estudos Afro brasileiros (CEAB), que atua tanto
internamente à UFAL, com o papel de promover cursos de formação/capacitação, debates,
disponibilização de acervo (documental e bibliográfico) para consulta e coordenação geral de
editais sobre ERER; quanto externamente, em parceria com outras instituições educacionais do
estado, do país e/ou outros países, e com os movimentos sociais.
5.1.2 Educação Ambiental
A Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, regulamentada pelo Decreto nº 4.281, de 25 de
junho de 2002, dispõe especificamente sobre a Educação Ambiental (EA) e institui a Política

20

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Nacional de Educação Ambiental (PNEA), como componente essencial e permanente da
educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e
modalidades do processo educativo.
As DCNs de Educação Ambiental (RESOLUÇÃO CNE/CP Nº2/2012) destacam que
[...] o papel transformador e emancipatório da Educação Ambiental torna-se cada vez
mais visível diante do atual contexto nacional e mundial em que a preocupação com
as mudanças climáticas, a degradação da natureza, a redução da biodiversidade, os
riscos socioambientais locais e globais, as necessidades planetárias evidenciam-se
na prática social.

Nas disciplinas obrigatórias Física 1, Física 2 e Física 3 do Curso, há espaço reservado
para abordar Educação Ambiental, além disso, tal temática pode ser foco em atividades
curriculares de extensão.
A UFAL também possui um Núcleo de Educação Ambiental (NEA), ligado ao Centro de
Educação, que pode apoiar o trabalho de educação ambiental em diversos cursos. O NEA
desenvolve atividades com o Coletivo Jovem, cursos de formação para professores e estudantes
sobre Educação Ambiental, curso de especialização em Educação Ambiental.
5.1.3 Educação em Direitos Humanos
A Educação em Direitos Humanos na UFAL tende a Resolução CNE/CP nº 1/2012. Sua
inserção nos PPC dos cursos deve ocorrer: I) pela transversalidade, por meio de temas
relacionados aos Direitos Humanos e tratados interdisciplinarmente; II) como um conteúdo
específico de uma das disciplinas já existentes no currículo escolar; III) de maneira mista, ou seja,
combinando transversalidade e disciplinaridade. Essa temática será tratada de forma transversal
em uma das atividades de extensão do programa proposto neste PPC, mais precisamente, na
atividade denominada “PIMI nas escolas” (ver o programa de extensão sugerido neste PPC).
5.2 Língua Brasileira de Sinais
De acordo com o Artigo 3º do Decreto Nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que
Regulamenta a Lei Nº 10.436, de 24 de abril de 2002, e dispõe sobre a Língua Brasileira de
Sinais - Libras, e o artigo 18 da Lei Nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
O curso de Matemática Bacharelado oferece a disciplina de Libras como disciplina eletiva
semestralmente de forma regular a cada semestre, podendo também a disciplina ser considerada
parte dos componentes curriculares complementares como disciplina eletiva.

21

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

5.3 Matriz e Proposta Curricular
A distribuição do currículo do curso de Bacharelado em Matemática tem todas as suas
atividades necessárias para a integralização do mesmo sob a responsabilidade do Instituto de
Matemática, exceto algumas atividades específicas da parte complementar do curso. As
disciplinas são distribuídas em 8 (oito) semestres do seguinte modo:
Carga horária
Semestre

Código

Disciplina

Semanal

Semestral

Elementos de
Matemática

6

108

Geometria Analítica

4

72

Geometria Plana

4

72

Introdução à Lógica

4

72

Organização do
Trabalho acadêmico

3

54

20

378

Álgebra Linear 1

4

72

Matemática Discreta

4

72

Introdução à
Programação

4

72

Cálculo 1

4

72

16

288

Álgebra Linear 2

4

72

Cálculo 2

4

72

Física 1

4

72

Introdução à Teoria dos
Números

4

72

Carga horária total

16

288

Análise Real 1

6

108

Cálculo 3

4

72

1º Semestre

Carga horária total

2º Semestre

Total

3º Semestre

22

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

4º semestre

Introdução às Estruturas
Algébricas

4

72

Física 2

4

72

Carga horária total

16

324

Extensão
PIEX 1

5º semestre

66
Análise Numérica 1

4

72

Cálculo 4

4

72

Física 3

4

72

Introdução à
Probabilidade

4

72

Introdução à Variável
Complexa

4

72

20

360

Carga horária total
Extensão
PIEX 2

6º semestre

66
Análise Real 2

4

72

Eletiva

4

72

Introdução às Equações
Diferenciais Ordinárias

4

72

Introdução à Geometria
Diferencial

4

72

16

288

Carga horária total
Extensão
PIEX 3

66
Eletiva

4

72

Eletiva

4

72

Introdução às Equações
Diferenciais Parciais

4

72

7º Período

23

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Topologia dos Espaços
Métricos
Carga horária total

4

72

16

288

Extensão
PIEX 4

66
Eletiva

4

72

Eletiva

4

72

História da Matemática

4

72

18

216

Carga horária total
8º Período

Extensão
PIEX 5

66

5.4 Lista de Disciplinas Eletivas do Curso
Com o objetivo de ampliar a formação dos discentes em temas específicos, o curso de
Matemática Bacharelado oferece um conjunto de disciplinas eletivas, com ênfase em algumas
áreas de pesquisa em Matemática e disciplinas básicas de outras áreas que complementam a
formação do discente. Na tabela seguinte, apresentamos quadro atual das disciplinas eletivas
ofertadas pelo curso.
Disciplina

Carga Horária

Análise Complexa

72

Análise no Rn

72

Aprendizagem de Máquina

72

Cálculo das Variações

72

Ciência de Dados

72

Combinatória Extremal

72

Estrutura de Dados

72

Geometria Diferencial

72

Introdução à Álgebra Comutativa

72

Equações Diferenciais Parciais

72

Física Matemática 1

72

Física Matemática 2

72

Introdução aos Sistemas Dinâmicos

72

24

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Teoria da Medida e Integração

72

Introdução à Análise Funcional

72

Introdução às curvas planas

72

Física 4

72

Introdução à Variedades Topológicas

72

Geometria Hiperbólica

72

Introdução à Teoria de Conjuntos

72

Libras

72

Processos Estocásticos

72

Probabilidades

72

Programação 1

72

Redes Neurais e Aprendizado Profundo

72

Estatística

72

Teoria dos Grafos

72

Visão Computacional

72

Demonstrativo da Distribuição de Carga Horária
Componentes curriculares

Carga Horária

Percentual

Disciplinas obrigatórias

2070

68,27%

Disciplinas eletivas

360

11,87%

TCC

72

2,37%

Atividades curriculares de
extensão

330

10,88%

Atividades Complementares

200

6,60%

Carga horária total

3032

100%

5.5 Ementas das Disciplinas Obrigatórias
1º Período
Disciplina
Elementos de
Matemática
Ementa

Carga Horária
108 horas

Pré-requisito
Nenhum

Conjuntos. Conjuntos numéricos. Relações. Introdução às funções.
Função constante. Função Afim. Função Quadrática. Função Modular.
Inequações do 1º e 2º grau, inequações produto, quociente e inequações
25

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
modulares. Outras funções elementares. Função Composta e Função
inversa. Potências e raízes. Função exponencial. Logaritmos. Função
logarítmica. Equações e inequações exponenciais e logarítmicas.
Trigonometria no triângulo retângulo: razões trigonométricas no
triângulo retângulo. Trigonometria na circunferência: arcos e ângulos,
razões trigonométricas na circunferência, relações fundamentais, arcos
notáveis, redução primeiro quadrante. Funções trigonométricas: funções
circulares, transformações, identidades, equações, inequações, funções
circulares inversas. Resolução de equações e inequações em intervalos
determinados. Trigonometria em triângulos quaisquer: lei dos senos, lei
dos cossenos, propriedades geométricas.
Bibliografia
Bibliografia Básica
1.​ IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de
matemática elementar, 1: conjuntos e funções. 9. ed. São
Paulo: Atual, 2013.
2.​ IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo; MURAKAMI, Carlos.
Fundamentos de matemática elementar, 2: logaritmos. 10. ed.
São Paulo: Atual, 2013.
3.​ IEZZI, Gelson. Fundamentos da Matemática Elementar, 3:
Trigonometria. 8. ed. São Paulo: Atual, 2013.
Bibliografia Complementar
1.​ DO CARMO, M. P.; MORGADO A. C. O.; WAGNER, E.
Trigonometria e Números Complexos. 3. ed. Rio de Janeiro:
SBM, 2005. 164 p.
2.​ CARAÇA, B. de J. Conceitos fundamentais da matemática. 6.
Ed. Lisboa: Gradiva 2002.
3.​ DOERING, C. I. et al. Pré-cálculo, 2. ed. Porto Alegre: Editora
da UFRGS, 2009.
4.​ LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 11. ed. Rio
de Janeiro: SBM, 2016. 237 p. v.1.
5.​ LIMA, E. L. Logaritmos. 6. ed. Rio de Janeiro: SBM, 2016. 148
p.
6.​ LIMA, E. L. et al. Números e funções reais. 1. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2013.

Disciplina
Geometria
Analítica
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Nenhum

Reta e Segmentos. Vetores: definição, operações, ângulo entre vetores,
decomposição de um vetor no plano e no espaço, expressão analítica de um
vetor, vetor definido por dois pontos e condição de paralelismo. Produto
escalar. Produto vetorial e interpretação geométrica. Produto misto e
interpretação geométrica. Duplo produto vetorial. Retas: equação da reta,
ângulo entre duas retas, condição de paralelismo e ortogonalidade, posições
relativas de duas retas, interseção de duas retas, reta ortogonal a duas retas
dadas e ponto que divide um segmento numa razão dada. Plano: equação do
plano, ângulo entre dois planos, ângulo entre uma reta e um plano, interseção

26

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
de dois planos, interseção de uma reta com um plano. Distância: distância
entre dois pontos, distância de um ponto a uma reta, distância entre duas
retas, distância de um ponto a um plano, distância de uma reta a um plano. A
parábola e suas propriedades. A elipse e suas propriedades. A hipérbole e
suas propriedades. Seções Cônicas. Superfícies quádricas centradas.
Superfícies quádricas não centradas. Superfície Cônica. Superfície
Cilíndrica.
Bibliografia
Bibliografia Básica
1.​ BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria analítica: um tratamento
vetorial. 3. ed. São Paulo: McGraw-Hill, Pearson Education, 2005.
543 p.
2.​ LIMA, E. L. Geometria analítica e Álgebra Linear. 2. ed. Rio de
Janeiro: IMPA, 2006. 323 p.
3.​ WINTERLE, P. Vetores e geometria analítica. 2. ed. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2014.
Bibliografia Complementar
1.​ LIMA, E. L. Coordenadas no Espaço. 4. ed. Rio de Janeiro: SBM,
2007. (Coleção Coleção do Professor de Matemática, 07).
2.​ LIMA, E. L. Coordenadas no Plano. 6. ed. Rio de Janeiro: SBM,
2013. (Coleção Coleção do Professor de Matemática, 05).
3.​ STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2. ed.
São Paulo: Pearson Makron Books, 1987.

Disciplina
Geometria
Plana
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Nenhum

Noções e proposições primitivas; Segmento de reta; Ângulo; Triângulos;
Paralelismo; Perpendicularidade; Polígonos; Quadriláteros notáveis; Pontos
notáveis do triângulo; Circunferência e círculo; ângulos na circunferência;
Lugares geométricos; Teorema de Tales; Semelhança de triângulos e potência
de pontos; Triângulos Retângulo (Teorema de Pitágoras); Triângulos
quaisquer; Polígonos regulares; Comprimento da circunferência;
Equivalência plana; Áreas de superfícies planas. Tópicos de geometria
espacial.

Bibliografia
Bibliografia Básica
1.​ BARBOSA, J. L. M. Geometria euclidiana plana. 10. ed. Rio de
Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 2006.
2.​ DOLCE, O.; POMPEO, J. N. Fundamentos da Matemática
Elementar, 9: Geometria plana. 7. ed. São Paulo: Atual, 2005.
3.​ REZENDE, E. Q. F.; QUEIROZ, M. L. B. de. Geometria euclidiana
plana e construções geométricas. 2. ed. Campinas, SP: Editora da
Unicamp, 2000.

27

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Bibliografia Complementar
1.​ CAMINHA, A. Tópicos de Matemática Elementar: geometria
euclidiana plana, 2. ed. Rio de Janeiro: SBM. 2013. 417 p. v.2.
2.​ CARVALHO, P. C. P. Introdução à Geometria Espacial. SBM.
3.​ EUCLIDES. Os elementos. Tradução e introdução de Irineu Bicudo.
São Paulo: Editora UNESP, 2009.
4.​ WAGNER, E. Construções geométricas. 6. ed. Rio de Janeiro:
SBM, 2007.

Disciplina
Introdução à
Lógica
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Não

Lógica e argumentos. Introdução ao cálculo de predicados de primeira
ordem. A sintaxe do cálculo de predicados. Valorações. Estruturas e verdade.
Validade e consequência lógica. Dedução Natural. Computabilidade. Teorias
formalizadas. Lógicas não clássicas. Introdução à teoria de modelos.
Bibliografia Básica
1.​ CARNIELLI, W.; EPSTEIN, R. Computabilidade, funções
computáveis, lógica e os fundamentos da matemática. Editora
UNESP, 2005.
2.​ FILHO, E. A. Iniciação à Lógica Matemática. NBL Editora, 2002.
3.​ MORTARI, C. Introdução à Lógica. Editora UNESP, 2001
Bibliografia Complementar
1.​ DOW, A. An introduction to applications of elementary
submodels to topology. Topology Proc. 13, 1 (1988), 17–72.
2.​ JECH, T. Set Theory: The Third Millennium Edition, revised and
expanded. Springer Monographs in Mathematics. Springer Berlin
Heidelberg, 2006.
3.​ KUNEN, K. Set Theory. Studies in logic. College Publications,
2011. MARKER, D. Model Theory: An Introduction. Graduate
Texts in Mathematics. Springer, 2002.
4.​ MENDELSON, E. Introduction to mathematical logic. Fourth
Edition. Springer, 1997.

Disciplina
Organização
do trabalho
acadêmico
Ementa

Carga Horária
54 horas

Pré-requisito
Nenhum

Procedimentos didáticos. Pesquisa bibliográfica e resumos. Ciência e
conhecimento científico. Trabalhos científicos. Publicações científicas.

28

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Bibliografia

Bibliografia Básica
1.​ GUEDES, E. M. et al. (Org.). Padrão UFAL de normalização.
Maceió:
EDUFAL,
2013.
Disponível
em:
<http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/iqb/pt-br/pos-graduacao/
renorbio/normas-1/padrao-ufal-de-normalizacao-de-trabalhos-acade
micos/view>. Acesso em: 11 jul. 2018.
2.​ LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de
metodologia científica. 5.ed. São Paulo. Atlas 2003.
3.​ SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São
Paulo: Cortez, 2007.
Bibliografia Complementar
1.​ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR
6023: informação e documentação -referências - elaboração. Rio de
Janeiro, 2002.
2.​ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR
6024: informação e documentação - numeração progressiva das
seções de um documento escrito - apresentação. Rio de Janeiro:
2012.
3.​ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR
6028: informação e documentação - resumo - apresentação. Rio de
Janeiro, 2003.
4.​ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR
10520: informação e documentação - citações em documentos apresentação. Rio de Janeiro, 2002.
5.​ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR
14724: informação e documentação - trabalhos acadêmicos apresentação. Rio de Janeiro, 2011.

2º Período
Disciplina
Introdução à
Programação
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Nenhum

Conceitos básicos sobre computadores, algoritmos, linguagens e
programas. Aplicações numéricas e não numéricas. Prática de
programação em linguagem C.
Bibliografia Básica
1.​ CORMEN, Thomas H.; STEIN, Clifford. Algoritmos: teoria
e prática. Rio de janeiro: Elsevier, 2012. 926 p.
2.​ FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPACHER, H. F. Lógica de
programação: a construção de algoritmos e estruturas de
dados. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
3.​ SCHILDT, H. C completo e total. 3. ed. rev. e atual. Makron
Books, 1997.
Bibliografia Complementar

29

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
1.​ DE CARVALHO, A. C. P. L. F; LORENA A. C. Introdução à
Computação: Hardware, software e dados. 1 .ed Rio de
Janeiro: Gen/LTC, 2017.

Disciplina
Matemática
Discreta
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Nenhum

O Princípio de indução. Algumas ferramentas da combinatória: Princípio
multiplicativo da contagem, Inclusão-Exclusão e Princípio da Casa dos
Pombos. Elementos de combinatória: permutações, anagramas, arranjos e
combinações. Coeficientes binomiais e o Triângulo de Pascal: o Teorema
Binomial, o Triângulo de Pascal e as identidades no Triângulo de Pascal.
Números de Fibonacci: definição, identidades e fórmula para os números de
Fibonacci. Grafos: grau de um vértice, caminhos, ciclos, conectividade,
passeios eulerianos e ciclos hamiltonianos. Árvores: definição mediante
grafos, caracterização, crescimento de árvores, contagem de árvores e
árvores não rotuladas e árvore ótima. Emparelhamentos em grafos: grafos
bipartidos, Teorema do Emparelhamento, emparelhamento perfeito.
Combinatória em Geometria. Fórmula de Euler. Coloração de mapas e
grafos: coloração com duas cores, coloração com 3 cores. Teorema das
Quatro Cores.
Bibliografia Básica
1.​ MORGADO, A. C.; CARVALHO, P. C. P. Matemática
discreta. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 2014
2.​ MORGADO, A. C. O.; CARVALHO, J. B. P; CARVALHO, P. C. P.;
FERNANDEZ, P. Análise Combinatória e Probabilidade. Rio de
Janeiro: SBM, 2004.
3.​ SANTOS, J. P. de O; MELLO, M. P.; MURARI, I. T. C. Introdução
à análise combinatória. 4. ed. rev. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2007. 390 p.
Bibliografia Complementar
1.​ LIPSCHUTZ, S. Teoria e problemas de matemática discreta. 2.
ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. 511 p. (Schaum).
2.​ MARTINS, P. P. Fundamentos da Matemática Discreta. Rio de
Janeiro: LTC, 2011.
3.​ MELLO M. P.; MURARI, I. T. C.; OLIVEIRA, J. P. de. Introdução
à Análise Combinatória. Editora da Unicamp-Série Livro Texto.

Disciplina
Álgebra
Linear 1

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Não

30

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Ementa

Bibliografia

Base e Dimensão: Espaços vetoriais, bases e espaço quociente. Dualidade: o
espaço Dual. Matrizes e sistemas lineares. Aplicações lineares. O Teorema do
Núcleo e da Imagem. Determinantes. Operadores e polinômios: Autovetores
e Autovalores, subespaços invariantes, o polinômio mínimo. O cálculo
funcional. O Teorema Espectral. Produto interno. Norma. Bases ortonormais.
Projeções ortogonais.
Bibliografia Básica
1.​ BUENO, H. P. Álgebra linear: um segundo curso. 1. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2006.
2.​ LIMA, E. L. Geometria Analítica e Álgebra Linear. 2. ed. Rio
de Janeiro: IMPA, 2012.
3.​ LIMA, E. L. Álgebra Linear. 9. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2016.
Bibliografia Complementar
1.​ Anton, H.; Rorres, R. Álgebra linear. 10. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2012.
2.​ BOLDRINI, J. L.; COSTA, S. L. R.; FIGUEIREDO, V. L.;
WETZLER, H. G. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo: Editora
Harbra Ltda, 1986.
3.​ CALLIOLI, C. A; COSTA, R. F.; DOMINGUES, H. Álgebra
Linear e Aplicações. 6. ed. São Paulo: Atual, 1990.
4.​ COELHO, F. U.; LOURENÇO, M. L. Um curso de álgebra linear.
2. ed. rev. e ampl. São Paulo: EDUSP, 2007. 261 p.
5.​ HALMOS, P. R. Finite dimensional vector spaces. New Jersey,
US: Princeton University Press, 1948.

Disciplina
Cálculo 1
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Não

Limite e continuidade de funções reais: definição heurística de limite, cálculo
dos limites usando suas leis, definição precisa de limite e limites no infinito.
Continuidade: definição de continuidade e propriedades das funções
contínuas num intervalo (Teorema dos Valores Intermediários). Tangentes,
velocidades e outras taxas. Derivadas: definição de derivada, a derivada
como uma função, derivadas de funções polinomiais e exponenciais, as
regras do produto e o quociente, derivadas de funções trigonométricas, a
regra da cadeia, diferenciação implícita, derivadas superiores, derivadas de
funções logarítmicas, funções hiperbólicas e suas derivadas, taxas
relacionadas, aproximações lineares e diferenciais, valores máximos e
mínimos, pontos críticos, Teorema de Fermat e propriedades das funções
deriváveis num intervalo (Teorema de Rolle e Teorema do Valor Médio de
Lagrange). Traçado de gráficos. Formas indeterminadas e regra de
L'Hospital. Problemas de otimização. Antiderivadas. Áreas e distâncias. A
integral definida.
Bibliografia Básica

31

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
1.​ GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2001. v. 1.
2.​ STEWART, J. Cálculo. Vol. 1. 5. ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2008.
3.​ LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São
Paulo: Editora Harbra, 1994. v.1.
Bibliografia Complementar

​
1.​ ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de
Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S./A. 2003.
v. 1.
2.​ BOULOS, P. Cálculo diferencial e integral. São Paulo:
Pearson Makron Books, 1999. v. 1.
3.​ MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro:
Guanabara Dois, 1978. v. 1.
4.​ SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. Pearson
Makron Books, 1987. v. 1.
5.​ THOMAS, G. B.; WEIR, M. D.; HASS, J. Cálculo. 12. ed. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. v.1.

3º Período
Disciplina
Álgebra
Linear 2
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Álgebra Linear 1

Decomposição primária. Forma Canônica de Jordan. Forma de Jordan Real.
Decomposição racional. Produto interno: Projeções ortogonais, a adjunta,
isometrias. Formas sesquilineares e quadráticas. Teoria espectral euclidiana:
Operadores auto-adjuntos, operadores normais. Decomposições Matriciais.
Bibliografia Básica
1.​ BUENO, H. P. Álgebra Linear: um segundo curso. 1. ed. Rio
de Janeiro: SBM, 2006.
2.​ HOFFMAN, K. & KUNZE, R Linear Algebra. Prentice Hall,
1971.
3.​ LIMA, E. L. Álgebra Linear. 9. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2016..
Bibliografia Complementar
1.​ HALMOS, P. R. Finite dimensional vector spaces. New Jersey,
US: Princeton University Press, 1948.
2.​ LIMA, E. L. Geometria Analítica e Álgebra Linear. 2. ed. Rio
de Janeiro: IMPA, 2005.
3.​ LANG, Serge. Álgebra linear. Ciencia Moderna; 1. ed. 2020.

Disciplina

Carga Horária

Pré-requisito

32

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Cálculo 2
Ementa

Bibliografia

72 horas

Cálculo 1

O Teorema Fundamental do Cálculo. Integrais indefinidas. A regra de
substituição. O Logaritmo definido como integral. Aplicações da integral
definida: cálculo de áreas entre curvas, cálculo de volumes por seções
transversais e por cascas cilíndricas. Valor médio de uma função. Técnicas de
integração: integração por partes, integrais trigonométricas, integrais de
funções racionais. Integrais impróprias. Crescimento e decaimento
exponenciais. Coordenadas polares: áreas e comprimentos em coordenadas
polares. Sequências e Séries: testes de convergência (o teste da integral e
testes de comparação), séries alternadas (convergência absoluta, teste da raiz e
teste da razão) e séries de potências. Aproximação de funções: representação
de funções por séries de potências, séries de Taylor e de Maclaurin.
Bibliografia Básica
1.​ GUIDORIZZI H. L. Um Curso de Cálculo. 6. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2001. v. 1 e 2.
2.​ STEWART, J. Cálculo. 5. ed. São Paulo: Thompson, 2008. v. 1
3.​ LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo:
Editora Harbra, 1994. v. 1 e 2.
Bibliografia Complementar
1.​ MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro: Guanabara
Dois, 1978. v. 1 e 2.
2.​ SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. Pearson
Makron Books, 2005. v. 1 e 2.
3.​ THOMAS, George Brinton. Cálculo. 12. ed. Rio de Janeiro: Pearson
Education do Brasil, 2013. v. 1 e 2.
4.​ THOMAS, G. B. Cálculo. 12. ed. São Paulo: Addison-Wesley, 2012.
v. 1 e 2.

Disciplina
Física 1
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Cálculo 1

Grandezas físicas; Vetores; Cinemática em uma, duas dimensões; Dinâmica;
Trabalho e energia; Dinâmica de um sistema de partículas; Cinemática e
dinâmica da rotação. Temas transversais (Educação Ambiental):
RECURSOS ENERGÉTICOS – Combustíveis Fósseis, Fontes Renováveis
de Energia, Energia Nuclear, Atividades Humanas e Impactos Ambientais, A
Preservação do Ambiente.
Bibliografia Básica
1.​ HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos
de física. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1996. v. 1.
2.​ NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Mecânica. 5.
ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2002.
3.​ SEARS, F.; ZEMANSKY, M.; YOUNG, H. Física: mecânica. 12.

33

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
ed. São Paulo: Addison Wesley, 2008. v. 1.
Bibliografia Complementar
1.​ BRANCO, S. M. Energia e Meio Ambiente. Coleção
Polêmica. 2ª ed. São Paulo: Moderna, 2004.
2.​ HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de
Física: Gravitação, Ondas e Termodinâmica. 8. ed. Rio de
Janeiro: LTC, GEN, 2009. v. 2.
3.​ KITTEL, C., KNIGHT, W. D. e RUDERMAN, M. A. Mecânica –
curso de Física de Berkeley. São Paulo: Edgard Blucher, 1973. v.
1.
4.​ LUIZ, A. M. Física 1: Mecânica, teoria e problemas
resolvidos. 6. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2009.
5.​ RAYMOND, A., SERWAY, J. e JEWETT Jr., J. W. Princípios da
Física: mecânica clássica, Vol .1, 3ª ed. São Paulo: Editora
Cengage, 2008.
6.​ TIPLER, P. A. Física: para cientistas e engenheiros. 3. ed.
Rio de Janeiro: LTC Editora S./A., 1995. v. 1.

Disciplina

Carga Horária

Pré-requisito

Introdução à
Teoria dos
Números
Ementa

72 horas

Não

Bibliografia

Divisibilidade: algoritmo da divisão, máximo divisor comum, números
primos, algoritmo de Euclides e o Teorema Fundamental da Aritmética.
Congruências: teoremas de Fermat, Euler e Wilson e o teorema chinês dos
restos. Teoria combinatória dos números: princípio da casa dos pombos e
suas consequências. Funções aritméticas. Resíduos quadráticos: lei de
reciprocidade quadrática. Raízes primitivas. Inteiros que são somas de
quadrados.
Bibliografia Básica
1.​ HEFEZ, A. Elementos de Aritmética. Coleção Textos
Universitários da Sociedade Brasileira de Matemática-SBM, 2005.
2.​ MARTINEZ, F. B.; MOREIRA, C. G.; SALDANHA, N.;
TENGAN, E. Teoria dos Números. 2 ed. Rio de Janeiro: IMPA,
2011. 450p
3.​ SANTOS, J. P. de O. Introdução à Teoria dos Números. 3. Ed.
Rio de Janeiro: IMPA, 2010.
Bibliografia Complementar
1.​ SHOKRANIAN, S. Uma Introdução à teoria dos números. Rio
de janeiro: Ciência Moderna, 2008.
2.​ LANDAU, E; BARROS, P. H.V. Teoria elementar dos números.
Rio de Janeiro. Ciência Moderna, 2002.

34

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

4º Período
Disciplina
Análise real 1
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
108 horas

Pré-requisito
Cálculo 2

Construção dos números reais; Sequências e séries numéricas; Topologia
da reta; Limite e continuidade; Derivadas; Integrais de Riemann;
Sequências e séries de funções.
Bibliografia Básica
1.​ LIMA, E. L. Análise real: funções de uma variável. 13. ed.
Rio de Janeiro: IMPA, 2010. v. 1. (Coleção Matemática
Universitária).
2.​ LIMA, E. L. Curso de Análise. Rio de Janeiro: IMPA, 2010.
v. 1. (Projeto Euclides).
3.​ FIGUEIREDO, D. G. Análise I, 2a ediçao. Editora LTC,
1996.
Bibliografia Complementar
1.​ RUDIN, W. Principles of mathematical analysis. 3rd ed.
Tokyo: McGraw-Hill, 1976.
2.​ RIBEMBOIM, P. Funções Limites e Continuidade. Coleção
Textos Universitários, SBM, 2012.

Disciplina
Introdução às
Estruturas
Algébricas
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Não

O anel dos inteiros, algoritmo da divisão e suas consequências. Definição
de anel, ideal, anel quociente e exemplos. Homomorfismos: Núcleo,
Imagem e suas propriedades. Teorema dos homomorfismos. Anéis de
polinômios com coeficientes inteiros e racionais. Irredutibilidade. Grupos:
definições e exemplos. Subgrupos, classes laterais e Teorema de Lagrange.
Subgrupos normais e grupos quocientes. Homomorfismos e o Teorema dos
homomorfismos. Grupos de Permutações. Teorema de Cayley. Grupos
Solúveis. Corpos: definições e exemplos. Extensões de corpos. Extensões
algébricas e finitas. Grau de uma extensão. Números algébricos e
transcendentes. Construtibilidade com régua e compasso.
Bibliografia Básica
1.​ GARCIA, A.; LEQUAIN, Y. A. Elementos de álgebra. 6. ed.
Rio de Janeiro: IMPA, 2005. (Projeto Euclides).
2.​ LANG, S. Álgebra para graduação. Ciência Moderna, 2008.
3.​ LANG, S. Estruturas Algébricas. Ao Livro Técnico S. A., 1967.

35

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Bibliografia Complementar
1.​ HERSTEIN, I. N. Topics in Algebra. 2 Ed. Wiley, 1991.
2.​ LANG, S. Estruturas Algébricas. Tradução: Cláudio R. W.
Abramo. Rio de Janeiro: Ao livro técnico/MEC, 1972.
ND.

Disciplina
Física 2
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
Pré-requisito
72 horas
Cálculo 2 e Física 1
Equilíbrio e Elasticidade; Gravitação; Fluidos; Oscilações; Ondas;
Temperatura, Calor e primeira lei da termodinâmica; A teoria cinética dos
gases; Entropia e a segunda lei da termodinâmica. Temas transversais
(Educação Ambiental): Corpo humano e trocas de calor. Aquecimento global.
Energia Solar térmica. Fonação e audição (poluição sonora).
Bibliografia Básica
1.​ HALLIDAY, D., RESNICK, R. e WALKER, J Fundamentos de
Física. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. v.2.
2.​ NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Mecânica. 5.
ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2013. v. 2.
3.​ TIPLER, P. A. e MOSCA, G. Física: Mecânica, Oscilações e
Ondas, Termodinâmica. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. v. 1..
Bibliografia Complementar
1.​ ALONSO, M.; FINN, E. J. Física um curso universitário-Mecânica.
Edgard Blucher, 2018.
2.​ BARBOSA, C. A. e outros. Conhecimento Científico para Gestão
Ambiental. Brasília: 1995.
3.​ DOCA, R. H.; BISCUOLA, G. J.; VILLAS BOAS, N. Tópicos de
Física. São Paulo: Editora Saraiva, 2009. v. 3.
4.​ EARS, F. W; WEID, J.P.V. Física 2: Mecânica dos fluídos, calor,
movimento ondulatório. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
5.​ SEARS, F.; ZEMANSKY, M.; YOUNG, H. Física: mecânica. 12. ed.
São Paulo: Addison Wesley, 2008. v. 2.
6.​ RAYMOND, A; SERWAY; JEWETT, Jr. Princípios da Física:
Mecânica clássica. 3. ed. São Paulo. Cengage, 2008. v.2.

Disciplina
Cálculo 3
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Cálculo 2

Curvas parametrizadas: comprimento de arco, curvatura e torção. Funções de
várias variáveis: gráficos, limite e continuidade. Derivação de funções de
várias variáveis: derivadas parciais, diferenciais, derivada direcional,
gradiente, regra da cadeia e o Teorema da Função Implícita. Máximos e
Mínimos: generalidades sobre extremos locais e absolutos, caracterização dos
extremos locais e Multiplicadores de Lagrange. Jacobiano. Fórmula de Taylor.

36

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Bibliografia

Bibliografia Básica
1.​ GUIDORIZZI, H. Um curso de cálculo. 6. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2019. v. 2.
2.​ SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. Pearson
Education do Brasil-Makron Books, 1987.
3.​ SPIVAK, M.; MOURA, C. A. de (Trad). Cálculo em variedades.
Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2003.
Bibliografia Complementar
1.​ STEWART, J. Cálculo. 8. ed. São Paulo: Thompson , 2017. v. 2.
2.​ THOMAS, G. B. Cálculo. 12. ed. Rio de Janeiro: Pearson
Education do Brasil, 2013. v. 2.
3.​ LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo:
Editora Harbra, 1994. v. 2.

5º Período
Disciplina
Análise
Numérica 1
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Álgebra Linear 1, Cálculo 3 e Introdução à
Computação

Noções de aritmética de ponto flotante: erros absolutos e relativos,
arredondamentos e truncamentos, aritmética de ponto flutuante, aplicações e
uso de softwares numéricos. Soluções de equações com uma variável:
métodos iterativos (bisseção, ponto fixo, Newton e secantes), análise do erro
para os métodos iterativos, convergência, avaliação dos métodos e uso de
softwares. Métodos diretos para solução de sistemas lineares: estratégias de
pivotamento, inversão de matrizes, determinante de uma matriz, fatoração de
matriz, avaliação dos métodos e uso de softwares. Métodos iterativos da
álgebra matricial: cálculo de norma de vetores e matrizes, cálculo de
autovalores e autovetores, métodos iterativos para solucionar sistemas
lineares (Jacobi, Gauss-Seidel e SQR), o método do gradiente e do gradiente
conjugado, avaliação dos métodos e uso de softwares. Diferenciação e
Integração numérica: métodos numéricos de derivação (extrapolação de
Richardson), fórmulas de integração de Newton- Cotes (fórmula trapezoidal,
fórmula de Simpson e fórmula do ponto médio), integração composta (regra
composta de Simpson e regra composta dos trapézios), integração de
Romberg e quadratura Gaussiana, avaliação dos métodos e uso de softwares.
Bibliografia Básica
1.​ BURDEN, R. L.; FAIRES, J. D. Análise Numérica.
Pioneira Thomson Learning, 2003.
2.​ CONTE, S. D.; ALMEIDA, L. I. P. de (Trad.). Elementos de
análise numérica. Porto Alegre: Globo, 1971. 331 p.
3.​ CUNHA, M. C. C. Métodos Numéricos. 2. ed. São Paulo:
Editora Unicamp, 2000.

37

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Bibliografia Complementar
1.​ RUGGIERO, M. A. & Lopes, V. L. Cálculo Numérico:
aspectos teoŕ icos e computacionais. 2. ed. São Paulo:
Makron Books, 1997.

Disciplina
Cálculo 4
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Cálculo 3

Integração: Integrais duplas e integrais iteradas, integrais múltiplas,
mudança de variável em integrais múltiplas (coordenadas polares, cilíndricas
e esféricas) e integrais impróprias. Integrais de linha: definição de integral
de linha, campos vetoriais conservativos e independência do caminho e o
Teorema de Green no plano. Superfícies: parametrização, orientação,
integrais de superfície e áreas e de superfícies. Gradiente, rotacional e
divergente. Identidade de Green, o Teorema de Stokes e o Teorema de
Gauss. Aplicações elementares e problemas de contorno. Equações
diferenciais de 1a ordem: equações separáveis, equações exatas, equações
homogêneas e aplicações das equações de 1a ordem. Equações de 2a ordem:
equações homogêneas com coeficientes constantes, o método dos
coeficientes indeterminados, o método de variação de parâmetros e
aplicações das equações de 2a ordem.
Bibliografia Básica
1.​ GUIDORIZZI, H. Um curso de cálculo. 6. ed. São Paulo: LTC,
2018. v.3.
2.​ GUIDORIZZI, H. Um curso de cálculo. 6. ed. São Paulo: LTC,
2018. v.3.
3.​ STEWART, J. Cálculo. 4. ed. São Paulo: Thompson, 2001. v.2.
Bibliografia Complementar
1.​ LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo:
Editora Harbra, 1994. v. 2.
2.​ SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. Pearson
Education do Brasil-Makron Books, 2005. v. 2.
3.​ THOMAS, G. B. Cálculo. 12. ed. Rio de Janeiro: Pearson
Education do Brasil, 2013. v. 2.

Disciplina
Física 3
Ementa

Carga Horária
Pré-requisito
72 horas
Cálculo 3 e Física 2
Forças Elétricas; Campos Elétricos; Potencial Elétrico; Capacitância; Corrente
e Circuitos de Corrente Contínua; Forças Magnéticas e Campos Magnéticos;
Lei de Faraday e Indutância; Ondas Eletromagnéticas.
Temas transversais (Educação Ambiental): Usinas Hidrelétricas (a indutância
e a Lei de Faraday). A Radiação Solar. Tecnologias: Micro-ondas; Ondas de
Rádio AM e FM; Raio-X. Interação das radiações e o ser humano.

38

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Bibliografia
Bibliografia Básica
1.​ HALLIDAY; RESNICK & WALKER. Fundamentos de Física Eletromagnetismo, 10. ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2016. Vol.
3.
2.​ NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Mecânica, 5.
ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2013. Vol. 3
3.​ TIPLER, P. A. e MOSCA, G. Física: Mecânica, Oscilações e
Ondas, Termodinâmica. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. Vol. 2
Bibliografia Complementar
1.​ BRANCO, S. M. Energia e Meio Ambiente. 2. ed. São Paulo:
Moderna, 2004. Coleção Polêmica.
2.​ SEARS, F.; ZEMANSKY, M.; YOUNG, H. Física: mecânica. 12.
ed. São Paulo: Eddison Wesley, 2008. v. 3.
3.​ RAYMOND, A., SERWAY, J. e JEWETT Jr., J. W. Princípios da
Física: mecânica clássica. 3. ed. São Paulo: Editora Cengage,
2008.v. 3.

Disciplina
Introdução à
Probabilidade
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Cálculo 3

Simulação de Experimentos Discretos e Contínuos. Modelos
probabilísticos: espaço amostral, eventos e probabilidade de um evento.
Combinatória: permutações e combinações. Alguns modelos básicos:
distribuições binomial, hipergeométrica, multinomial, uniforme,
exponencial e Poisson. Probabilidades Condicionais. Independência.
Teorema de Bayes. Variáveis aleatórias e vetores aleatórios contínuos e
discretos. Função de distribuição. Esperança e variância de uma variável
aleatória. A distribuição normal. Introdução à Lei dos Grandes Números e
ao Teorema Central do Limite.
Bibliografia Básica
1.​ DANTAS, C. A. B. Probabilidade: um curso introdutório. São
Paulo: Edusp, 1997. 252p. (Acadêmica ;10) ISBN 8531403995 :
(Broch.)
2.​ 3.FELLER, W. Introdução à Teoria das Probabilidades e suas
Aplicações. Editora Edgard Blücher, 1976.
3.​ MAGALHÃES, M. N. Probabilidade e variáveis aleatórias.
3.ed. São Paulo. EDUSP, 2011
Bibliografia Complementar
1.​ MORGADO, A. C. de.; CARVALHO, J. B. P. de.; CARVALHO, P.
C. P.; FERNANDEZ, P. Análise Combinatória e Probabilidade.
SBM, 2016.

39

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Disciplina
Introdução à
Variável
Complexa
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Álgebra Linear 1, Análise Real 1 e Cálculo 3

Números complexos. Funções de uma variável complexa: limite,
continuidade e derivada de funções de uma variável complexa, funções
holomorfoas, as funções exponencial, logaritmo e potência. Séries:
sequências e séries de números complexos e séries de potências. Teoria de
Cauchy: Integração complexa, teorema de Cauchy-Gousart, o teorema de
Liouville, o Princípio do Módulo Máximo, o teorema de Cauchy e o
teorema de Morera. Singularidades: a expansão de Laurent, classificação
das singularidades, o teorema de Casorati- Weierstrass, resíduos, o Teorema
dos Resíduos e o teorema de Rouché. Aplicações: cálculo de integrais
utilizando os resíduos. Aplicações conformes: preservação de ângulos,
transformação de Möbius, aplicações conformes entre domínios complexos
e aplicações conformes do disco no disco.
Bibliografia Básica​
1.​ ASMAR, N. GRAFAKOS. L. Complex Analysis with
Applications. Undergraduate Texts in Mathematics. 2018
2.​ FERNANDEZ, C. S.; BERNARDES JUNIOR, N. C. Introdução
às funções de uma variável complexa. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Sociedade Brasileira de Matemática, 2008. 224 p. (Coleção textos
universitários). ISBN 9788585818333 (broch.).
3.​ SOARES, M. G. Cálculo em uma variável complexa. Coleção
Matemática Universitária. IMPA, 1999.
Bibliografia Complementar
1.​ CHURCHILL,R.N; BROWN,J.W. Variáveis Complexas e
Aplicações. 9ed. Editora. McGraw-Hill. São Paulo 2015.
2.​ CONWAY, J. B. Functions of One Complex Variable.
Springer-Verlag, Berlin, 1978.
3.​ NETO, A. L. Funções de uma variável complexa. Segunda
Edição, Projeto Euclides. IMPA, 1996.
4.​ ZILL, D.G. SHANAHAN, P.D. A First Course in Complex
Analysis with Applications, 1° ed. Jones and Bartlett Publishers,
2003.

6º Período
Disciplina

Carga Horária

Pré-requisito

40

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Análise Real 2
Ementa

Bibliografia

72 horas

Análise Real 1

Extensão da Integral de Riemann; Teoria de extensão; Medida de Lebesgue
na reta e suas propriedades; Integração; Teorema fundamental do Cálculo
para integral de Lebesgue; Modos de convergência e espaço Lp; Derivada
de Radon-Nikodym.
Bibliografia Básica
1.​ AXLER, S. Measure, Integration & Real Analysis. Alemanha:
Springer International Publishing, 2019.
2.​ BARTLE, R. G. The elements of integration and Lebesgue
measure. New York: John Wiley, 1995.
3.​ RANA, Inder K. An introduction to Measure and integration.
American: Mathematical Soc., 2002.
Bibliografia Complementar
1.​ ISNARD, Carlos. Introdução à medida e integração. 2. ed. Rio
de Janeiro: IMPA, 2009.
2.​ Royden, H. ; Fitzpatrick, P. Real Analysis. 4. ed. 4. ed. Boston:
Prentice Hall, 2010.

Disciplina
Introdução às
Equações
Diferenciais
Ordinárias
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Álgebra Linear 2 e
Cálculo 3

Equações diferenciais de primeira ordem: equações lineares e não
lineares, aspectos sobre a existência e unicidade das soluções, equações
exatas, equações separáveis e fatores integrantes. Aplicações. Equações
lineares de segunda ordem: propriedades das soluções da equação
homogênea, método dos coeficientes a determinar e método de variação
de parâmetros e aplicações às oscilações lineares. Equações lineares de
ordem mais alta. Soluções em série para equações lineares de segunda
ordem. A Transformada de Laplace. Sistemas de equações lineares de
primeira ordem: sistemas com coeficientes constantes e solução geral,
sistemas com coeficientes variáveis e propriedades das soluções (matriz
fundamental). Noções da Teoria de Estabilidade: sistemas autônomos no
plano, plano de fase, órbitas, soluções de equilíbrio, soluções e soluções
periódicas, estabilidade de sistemas lineares perturbados. Aplicações: o
pêndulo amortecido, espécies em competição (presa-predador). O método
direto de Liapunov.
Bibliografia Básica
1.​ BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R. C. Equações diferenciais

41

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
elementares e problemas de valores de contorno. 7. ed.
Brasil: Livros Técnicos e Científicos, 2002.
2.​ FIGUEIREDO, D. G. de.; FREIRIA, A. Equações
Diferenciais Aplicadas. Coleção Matemática Universitária.
IMPA, 2001.
3.​ SOTOMAYOR, J. Lições de equações diferenciais
ordinárias. Rio de Janeiro: IMPA, 1979.
Bibliografia Básica
1.​ DOERING, Claus Ivo; LOPES, Artur O. Equações
diferenciais ordinárias. 2008.
2.​ LAWRENCE, Perko. Differential equations and
dynamical systems. 1991.

3.​ SIMMONS, George F. Differential equations with
applications and historical notes. CRC Press, 2016.
4.​ ZILL, Dennis G. Equações diferenciais com
aplicações em modelagem. Cengage Learning
Editores, 2003.

Disciplina
Introdução à
Geometria
Diferencial
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Álgebra Linear 2 e
Cálculo 4

Curvas diferenciáveis: curva parametrizada regular, mudança de
parâmetro, comprimento de arco, fórmulas de Frenet. Superfícies
regulares: Superfícies parametrizada regular, mudança de parâmetro,
mudança de parâmetros e superfícies de nível, funções diferenciáveis em
superfícies, espaço tangente, orientabilidade, áreas, comprimentos e
ângulos. A primeira forma fundamental. A geometria da Aplicação de
Gauss: a segunda forma fundamental, curvatura Gaussiana e curvatura
média. Isometrias e o Teorema Egrégio de Gauss. Teorema de
Gauss-Bonnet e Aplicações.
Bibliografia básica
1.​ ARAÚJO, P. V. Geometria diferencial. 2. ed. Rio de Janeiro:
IMPA, 2008.
2.​ ARAÚJO, P. V. Geometria Diferencial. ed. Rio de Janeiro:
IMPA, 1998.
3.​ CARMO, M. P. do; ROITMAN, P. Geometria diferencial de
curvas e superfícies. 2. ed. Rio de Janeiro: SBM, 2006.
Bibliografia complementar
1.​ MONTIEL, S. ROS, A. Curves and surfaces. 2. ed.
Providence, RI: American Mathematical Society, 2009.
(Graduate Studies in Mathematics; v.69).
2.​ SPIVAK, M. A Comprehensive Introduction to Differential
Geometry. Brandeis University, 1970. v. 1 e 2

42

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

7º Período
Disciplina
Introdução às
Equações
Diferenciais
Parciais
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Cálculo 4 e Introdução às Equações Diferenciais
Ordinárias

Equações de Primeira Ordem. Equação de onda. Separação de variáveis
e séries de Fourier. Convergência das séries de Fourier e convolução. A
Equação de Laplace. A Equação de Calor. Métodos de Transformada.
Identidades de Green. Princípios do Máximo e Teoremas de Unicidade.
Bibliografia Básica
1.​ EVANS, Lawrence C.. Partial differential equations.
American Mathematical Soc., 2010.
2.​ FIGUEIREDO, Djairo Guedes de. Análise de Fourier e
equações diferenciais parciais. Rio de Janeiro: IMPA, 2003.
3.​ IÓRIO, V. EDP: Um Curso de Graduação. Coleção
Matemática Universitária. IMPA, 200.
Bibliografia Complementar
1.​ BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R. C. Equações Diferenciais
Elementares e Problemas de Contorno. Editora LTC, 2006.
2.​ FOLLAND, Gerald B. Introduction to partial differential
equations. Princeton university press, 1995.

Disciplina
Topologia dos
Espaços
Métricos
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Análise Real 2

Espaços métricos: Definição e exemplos, isometrias e pseudo-métricas.
Funções contínuas: homeomorfismos e métricas equivalentes. Linguagem
básica da topologia: Conjuntos Abertos, conjuntos abertos e continuidade,
espaços Topológicos e conjuntos Fechados. Conjuntos conexos: Definição,
exemplos e propriedades, conexidade por caminhos e componentes
conexas. Limites: Limites de sequências, convergência e topologia,
sequências e limites de funções. Espaços completos: Espaços Métricos
Completos, espaços de Banach, espaços de Hilbert, completamento de um
espaço métrico, o teorema de Baire. Espaços métricos compactos:
Definição, caracterização, espaços localmente compactos, os teoremas de
aproximação de Weierstrass e Stone. Espaços separáveis.
Bibliografia Básica
1.​ LIMA, E. L. Espaços Métricos. 3. Rio de Janeiro: IMPA, 1993.
2.​ LIMA, E. L. Elementos de Topologia Geral. 3. ed. Rio
de Janeiro: SBM, 2014.

43

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
3.​ MUNKRES, J. R. Topology. 2. ed. New Jersey: Prentice
Hall, 2000
Bibliografia Complementar
1.​ HOCKING, J. G.; YOUNG, G. S. Topology. Estados
Unidos: Addison-Wesley Publishing Company, 1961.
2.​ SIMMONS, G. F. Introduction to topology and
Modern Analysis. New York: MacGraw-Hill, 1963.

8º Período
Disciplina
História da
Matemática
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Cálculo 4

Origens primitivas. Período grego clássico e a gênese da matemática
dedutiva na antiga Grécia. Idade Média. O Renascentismo. Invenção do
Cálculo Diferencial e Integral e suas consequências. Os séculos XVIII, XIX
e XX e o desenvolvimento da Matemática. A axiomatização da Matemática.
Nossa época e tópicos da história da Matemática Contemporânea. Origens e
Evolução da Matemática no Brasil.
Bibliografia Básica
1.​ BOYER, C. B. História da Matemática. 2. ed. São Paulo: Edgar
Blücher, 1996.
2.​ EVES, Howard. Introdução à história da matemática. Campinas,
SP: UNICAMP, 2004.
3.​ GUIMARÃES, M. & MOTOYAMA, S. História das ciências no
Brasil. EPU, 1979.
Bibliografia Complementar
1.​ STILLWELL, John; STILLWELL, J. Mathematics and its History.
New York: Springer, 1989.

5.6 Ementas das Disciplinas Eletivas
Disciplina
Análise
Complexa
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Álgebra Linear 1, Análise Real 1 e Cálculo 3

Topologia de C. Funções analíticas. Integração complexa: fórmula integral de
Cauchy e versão homotópica do Teorema de Cauchy. Teorema da Aplicação
Aberta. Teorema de Goursat. Singularidades. Resíduos. Princípio do

44

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Máximo. Teorema de Runge. Continuação analítica e superfície de Riemann.
Funções harmônicas. Funções inteiras. Teorema da Fatoração de Hadamard.
O posto de uma função analítica. O grande Teorema de Picard.
Bibliografia
Bibliografia Básica​
1.​ AHLFORS, L. Complex Analysis. McGraw-Hill Education, New
York, 1979.
2.​ CONWAY, J.B. Functions of One Complex Variable.
Springer-Verlag, New York, 1978.
3.​ LINS NETO, A. Funções de uma Variável Complexa. 2. ed. Rio de
Janeiro: IMPA, 1996.
Bibliografia Complementar
1.​ RUDIN, W. Real and Complex Analysis. 3. ed: New York:
McGraw-Hill, 1987. Higher Mathematics Series.
2.​ KNOPP, K. Theory of Functions. New York: Dover Publications,
1945. v. 2.

Disciplina
Análise no
Rn
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Análise Real 1, Álgebra Linear 1 e Cálculo 4

Topologia do espaço Euclidiano n-dimensional. Continuidade de funções reais
de n variáveis reais. Diferenciabilidade de funções reais de n variáveis reais: o
Teorema de Schwarz, a fórmula de Taylor, máximos e mínimos e funções
convexas. Funções Implícitas: função implícita, hipersuperfícies e
multiplicadores de Lagrange. Aplicações diferenciáveis: a derivada como
transformação linear, várias funções implícitas e o Teorema da Aplicação
Inversa. Integrais Múltiplas: definição de integral, conjuntos de medida nula,
condição de integrabilidade (Teorema de Lebesgue), conjuntos J-mensuráveis,
a integral como limite de somas de Riemann e mudança de variáveis.

Bibliografia
Bibliografia Básica
1.​ LIMA, E. L. Análise no espaço Rn. 2. ed. Rio de Janeiro: IMPA,
2016.
2.​ LIMA, E. L. Análise real. Rio de Janeiro: IMPA, 2004. 2 v. (Coleção
Matemática Universitária) ISBN 8524401169 .
3.​ RUDIN, W. Principles of Mathematical analysis. Reino Unido:
McGraw-Hill, 1976.
Bibliografia Complementar
1.​ MUNKRES, James R. Analysis on manifolds. CRC Press, 2018.
2.​ TAO, Terence. Analysis. Hindustan Book Agency, 2009.

45

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Disciplina
Carga Horária
Pré-requisito
Aprendizagem de
72 horas
Cálculo 3
Máquina
Ementa
Introdução; AM (aprendizagem de máquina) supervisionada simbólica;
AM supervisionada estocástica; AM supervisionada conexionista; AM
não supervisionada; AM por reforço; limites teóricos; análise de
componentes principais (PCA), ICA; projeto.
Bibliografia
Bibliografia Básica​
1.​ ALPAYDIN, E. Introduction to machine learning . MIT press,
2009.
2.​ Bishop, C. M. Pattern recognition and machine learning.
springer, 2006.
3.​ Mitchell, T. M. Machine Learning. 1997.
Bibliograrfia Complementar
1.​ Faceli, Katti; Lorena, Ana Carolina; Gama, João ; de Carvalho,
A. C. P. L. F. Inteligência Artificial - Uma Abordagem de
Aprendizado de Máquina. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC. Flach, P.
(2012).

Disciplina
Cálculo das
Variações
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Cálculo 3 e Introdução às Equações Diferenciais
Ordinárias

Extremos de funcionais; primeira variação. Problemas elementares do
Cálculo Variacional. Equações de Euler. Princípios variacionais da
Mecânica e aplicações. Métodos diretos dos cálculos das variações: das
diferenças finitas de Euler, de Ritz e de Kantorovich.
Bibliografia Básica
1.​ GELFAND, I. M.; FOMIN, S. V. Calculus of variations.
Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1963.
2.​ KOT, M. A first course in the calculus of variations. Providence:
AMS, 2014.
3.​ PARS, L.A. An introduction to the calculus of variations. New
York: Dover, 2010.
Bibliografia Complementar
1.​ BRUNT, B. V. The calculus of variations. New York: Springer,
2004.

Disciplina
Ciência de
Dados

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Probabilidade e Estatística

46

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Ementa

Introdução à Ciência dos Dados; Análise Visual de Dados; Estatística
Computacional; Soluções em Mineração de Dados; Projeto de Ciência dos
Dados.

Bibliografia
Bibliografia Básica
1.​ AMARAL, F. Introdução à Ciência de Dados: mineração de
dados e big data. Alta Books Editora, 2016.
2.​ FACELI, K.; LORENA, A. C.; Gama, J.; de Carvalho, A.
C. P. L. F. Inteligência Artificial - Uma Abordagem
de Aprendizado de Máquina. 1. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2011.
3.​ PROVOST, F.; FAWCETT, T. Data Science for Business: What
you need to know about data mining and data-analytic
thinking by O'Reilly Media, 2013.
Bibliografia Complementar
1.​ HAN,​ J.;​
PEI, J.; KAMBER, M.. Data mining: concepts
and techniques. Elsevier, 2011.
Disciplina
Estrutura de
Dados
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Programação 1

Recursão; algoritmos de busca e ordenação; introdução à análise de
algoritmos; elementos de estruturas de dados lineares; estrutura de dados
não lineares; aplicações de estrutura de dados.

Bibliografia
Bibliografia Básica​
1.​ KRUSE, R. L; RYBA, A. J. Data Structures and Program Design
in C++ . Prentice Hall, 1999.
2.​ LAFORE, R. Aprenda em 24 horas – Estruturas de Dados e
Algoritmos . Campus, 1999.
3.​ LEISERSON, C.; CORMEN, Thomas. Algoritmos: Teoria e
Prática. Campus, Rio de Janeiro, 2002.
Bibliografia Complementar
1.​ CORMEN, T. H.; LEISERSON, C. E.; RIVEST, R. L.; STEIN, C.
Algoritmos: Teoria e Prática. Editora Campus. 2002.

Disciplina
Combinatória
Extremal
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisitos
Matemática discreta e Introdução à Probabilidade

Revisitação aos conceitos básicos de grafos. Teoria de Ramsey: Teorema de
Ramsey e Van der Waerden. Teoria Extremal: Teorema de Turán e
Erdos-Stone. Grafos aleatórios: G(n,p) e desigualdade de correlação.
Métodos Algébricos e conjectura de Borsuk. Lema de regularidade de
Szemeredi e suas aplicações.

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Bibliografia
Bibliografia Básica
1.​ ALON N.; SPENCER J. The Probabilistic Method, 3 ed. Wiley,
2008.
2.​ DIESTEL, R. Graph Theory. 5. ed. Springer-Verlag, 2016/17.
Heidelberg Graduate Texts in Mathematics.
3.​ MORRIS, R.; OLIVEIRA R. Extremal and Probabilistic,
Publicações Matemáticas, IMPA, 2011.
Bibliografia Complementar
1.​ BOLLOBÁS, B. Modern Graph Theory. 2. ed. Springer, 2002.
2.​ MOREIRA, C.; KOHAYAKAWA Y. Tópicos em Combinatória
Contemporânea. Rio de Janeiro: IMPA, 2001. Publicações
Matemáticas.

Disciplina
Introdução à
Teoria dos
Corpos
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Introdução às Estruturas Algébricas

Soluções das equações dos graus 2, 3 e 4. História e comentários.
Construções básicas com régua e compasso. Problemas clássicos gregos:
construção do heptágono, quadratura do círculo, duplicação do cubo e
trissecção do ângulo. Corpos: definições e exemplos. Corpos finitos e
infinitos. Característica de um corpo. Extensões de corpos. Extensões
Algébricas. Polinômio característico e polinômio minimal. Números
algébricos e transcendentes. Grau de uma extensão. Extensões finitas e
finitamente geradas. Solução dos problemas gregos. Corpos de
decomposição. Extensões normais. Extensões separáveis. Teorema
fundamental da Teoria de Galois. Extensões radicais. Solubilidade por
radicais. Corpos algebricamente fechados. Teorema fundamental da
álgebra.

Bibliografia
Bibliografia Básica​
1.​ ENDLER O. Teoria dos Corpos. Monografias de Matemática N°
44. IMPA, 1987.
2.​ JACOBSON, N. Basic Algebra. Dover publications, 2009.
3.​ HERSTEIN, I. Tópicos de Álgebra. Editora Polígono, 1970.
Bibliografia complementar
1.​ LANG, S. Estruturas Algébricas. Ao Livro Técnico S. A., 1972.
2.​ STEWART, I. Galois Theory. Third Edition. Chapman & Hall,
2004.
3.​ GARCIA, A., LEQUAIN, Y. Elementos de Álgebra. Rio de
Janeiro: IMPA, 2002.
4.​ GONÇALVES, A. Introdução à álgebra. Rio de Janeiro: IMPA, c
2008. 194 p. (Projeto Euclides; 7).

48

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Disciplina
Geometria
Diferencial
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Álgebra Linear 2 e Cálculo 4

Curvas: curvas parametrizadas, curvas regulares, comprimento de arco,
produto vetorial em R3teoria local das curvas parametrizadas pelo
comprimento de arco, forma canônica local. Superfícies Regulares: imagens
inversas de valores regulares, mudança de parâmetros, funções
diferenciáveis sobre superfícies, plano tangente, diferencial de uma
aplicação, primeira forma fundamental, área, orientação de superfícies,
superfícies compactas orientáveis, definição geométrica de área. Geometria
da Aplicação de Gauss: definição da aplicação de Gauss, a aplicação de
Gauss em coordenadas locais, campos de vetores, superfícies regradas e
superfícies mínimas. Geometria Intrínseca das Superfícies: isometrias,
aplicações conformes, o teorema de Gauss e as equações de compatibilidade,
transporte paralelo, geodésicas, o teorema de Gauss-Bonnet e suas
aplicações, aplicação exponencial, coordenadas polares geodésicas. Outros
tópicos.

Bibliografia
Bibliografia Básica​
1.​ ARAÚJO, P. V. Geometria Diferencial. Rio de Janeiro: IMPA,
1998.
2.​ DO CARMO, M.P. Geometria Diferencial de Curvas e
Superfícies. Segunda Edição, Coleção Textos Universitários, SBM,
Rio de Janeiro, 2005.
3.​ MONTIEL, S. & ROS, A. – Curves and Surfaces. Graduate Studies
in Mathematics, vol. 69, American Mathematical Society,
Providence, 2005.
Bibliografia Complementar
1.​ KLINGENBERG, W. HOFFMAN, D. A Course in Differential
Geometry. Graduate Texts in Mathematics; 51. Springer-Verlag,
New York, 1972.
2.​ KÜHNEL, W. – Differential Geometry: Curves – SurfacesManifolds. Student Mathematical Library, vol. 16, American
Mathematical Society Providence, 2002.
3.​ O'NEILL, B. - Elementary Differential Geometry. 2nd Edition,
Academic Press, New York, 1997.

Disciplina
Introdução à
Álgebra
Comutativa
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Introdução às Estruturas Algébricas

Anéis e Ideais. Módulos. Módulos de frações. Decomposição primária.
Dependência inteira e valorização. Condições de cadeia. (Anéis
Noetherianos e o Teorema dos zeros de Hilbert - (Formas fraca e forte)).
Introdução à teoria da Dimensão de anéis.

49

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Bibliografia
Bibliografia Básica
1.​ ATIYAH, M.F.; MACDONALD, I.G. Introduction to
Commutative Algebra. Addison-Wesley, 1969.
2.​ BORGES, H. ; TENGAN, E. Álgebra Comutativa em quatro
movimentos. IMPA, 2015.
3.​ KUNTZ, E. Introduction to Commutative Algebra and
Algebraic Geometry. Birkhäuser, 1985.
Biliografia Complementar
1.​ MATSUMURA, H. Commutative Algebra. Reading, Mass.
Benjamin- Commings, 1980.
2.​ R: REID, MILES. Undergraduate Commutative Algebra:
London Mathematical Society Student Texts. Cambridge, UK:
Cambridge University Press, 1996.
3.​ ROTMAN, J. J. Advanced Modern Algebra. American
Mathematical Society, 2 edition, 2010.

Disciplina
Equações
Diferenciais
Parciais
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Cálculo 4 e Introdução às Equações Diferenciais
Ordinárias

Equações de ordem m: Teoria local de existência. O teorema de
Cauchy-Kowalevski. O Teorema de Unicidade de Holgreem. Separação de
Variáveis. Séries de Fourier. Equação de Laplace em espaços
n-dimensionais. Solução fundamental. Propriedades básicas das funções
harmônicas. Princípios do Máximo e Unicidade. Estimativas de energia. Os
problemas de Dirichlet num semi-espaço e numa bola. Regularidade das
soluções. Função de Green. Equação do Calor em espaços n-dimensionais.
Solução fundamental. Problema Cauchy. Princípio do máximo. A equação
não-homogênea. Unicidade e regularidade das soluções. Estimativas de
energia. Equação da Onda em espaços n-dimensionais. O problema de
Cauchy. Estimativas de energia e unicidade das soluções. O método das
médias esféricas para n-ímpar. O método de abaixamento de Hadamard
para n-par. Perda de Regularidade em dimensão n>1. Equação
não-homogênea. Princípio de Duhamel e decaimento da solução.
Transformada de Fourier: O operador Transformada de Fourier em L1. O
espaço de Schwartz e as propriedades da Transformada. Transformada de
Fourier em L2. Teorema de Plancherel. Distribuições Temperadas.
Aplicações às EDPs.
Bibliografia Básica
1.​ EVANS, L. C. Partial differential equations. Providence : AMS,
1998. 662p. (Graduate studies in mathematics ; v. 19).
2.​ IÓRIO JR, R. J. & IÓRIO, V. M. Equações Diferenciais Parciais:
Uma Introdução. Rio de Janeiro: IMPA, 1988.

50

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
3.​ JOHN, F. Partial Differential Equations. 4. ed. New York:
Springer-Verlag, 1982.
Bibliografia Complementar
1.​ FIGUEIREDO, D. G. Análise de Fourier e Equações
Diferenciais Parciais. 4. ed. Rio de Janeiro: IMPA, CNPq, 1997.
(Projeto de Euclides).
2.​ FOLLAND, G. B. Introduction to partial differential equations.
2. ed. Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1995.
3.​ PETROVSKY, I. G. Lectures on Partial Differential Equations.
New York: Dover Publications, Inc., 1991

Disciplina
Física
Matemática 1
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Não há

Análise Vetorial; Análise Vetorial em Sistemas de Coordenadas Curvilíneos;
Séries infinitas; Teoria das Funções Analíticas; Teoria de variáveis
complexas: Teoria de resíduos; Somas de Riemann; Equações diferenciais
ordinárias.
Bibliografia Básica
1.​ ARFKEN, George B.; WEBER, Hans J. Mathematical methods
for physicists. 1999.
2.​ BUTKOV, E. I. Física Matemática. Rio de Janeiro: LTC, 1988.
3.​ COURANT, R.; HILBERT, D. Methods of Mathematical Physics:
Partial Differential Equations. John Wiley & Sons, 2008.
Bibliografia Complementar
1.​ FESHBACH, F.; MORSE, P. M. M.; MASUJIMA, M.; MILLER.
W. Methods of Theoretical Physics. Dover Publications.
2.​ RILEY, K. F.; HOBSON, M. P.; BENCE, S. J. Mathematical
methods for physics and engineering: a comprehensive guide. 3rd
ed. New York: Cambridge University Press, 2006. 1333 p.

Disciplina
Física
Matemática 2
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Física Matemática 1

Espaço de funções, Polinômios ortogonais, Equações diferenciais parciais,
Funções especiais, Análise de Fourier, Transformadas integrais, Cálculo
variacional, Introdução à Probabilidade e estatística.

51

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Bibliografia
Bibliografia Básica
1.​ ABRAMOWITZ, M.; STEGUN, I. A. (Ed.). Handbook of
mathematical functions: with formulas, graphs and
mathematical tables. New York: Dover Publications, 1965. xiv,
1046 p. (Dover books on advanced mathematics).
2.​ ARFKEN, G. B.; WEBER, H. J. Mathematical methods for
physicists. 1999.
3.​ BOAS, M. L., Mathematical Methods in the Physical Science,
John Wiley & Sons.
Bibliografia Complementar
1.​ BUTKOV, E. I. Física Matemática, LTC. Rio de Janeiro, 1988.
2.​ COURANT, R.; HILBERT, D. Methods of Mathematical Physics:
Partial Differential Equations. John Wiley & Sons, 2008.
3.​ DENNERY, P. ; KRZYWICKI, A., Mathematics for Physicists,
Dover Publications.
4.​ RILEY, K. F.; HOBSON, M. P.; BENCE, S. J. Mathematical
methods for physics and engineering: a comprehensive guide. 3rd
ed. New York: Cambridge University Press, 2006. 1333 p.

Disciplina
Introdução aos
Sistemas
Dinâmicos
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Álgebra Linear 2 e
Análise Real

Dinâmica Unidimensional: Exemplos de Sistemas Dinâmicos; Definições
elementares, Hiperbolicidade e família quadrática, Dinâmica simbólica,
Conjugação topológica, Caos e estabilidade estrutural, Teorema de
Sharkovskii, Derivada Schwarziana, Teoria de Bifurcação, Uma outra
visão do período três, Dinâmicas do círculo, Difeomorfismos de
Morse-Smale. Dinâmica em dimensões mais altas: Dinâmica de aplicações
lineares em dimensões dois e três, A ferradura de Smale, Automorfismos
hiperbólicos do Toro.
Bibliografia Básica
1.​ DEVANEY, Robert Luke. An introduction to chaotic dynamical
systems, 2ª edição, Addison-Wesley Pub. Company, 1989.
2.​ ROBINSON, R. Clark. An introduction to dynamical systems:
continuous and discrete. Upper Saddle River: Pearson Prentice
Hall, 2004. xiii, 652 p.
3.​ VIANA, Marcelo, OLIVEIRA, Krerley. Fundamentos da Teoria
Ergódica. Rio de Janeiro: SBM, 2014. 500 p. (Coleção Fronteiras
da Matemática). SBM 9788583370178.
Bibliografia Complementar

52

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
1.​ CARLESON, Lennart; GAMELIN, Theodore W. Complex
dynamics. New York: Springer-Verlag, c1993. 174 p.
(Universitext). ISBN 0387979425 . ​
​
​
​
​
​
​
​
2.​ DÍAZ, Lorenzo J., REZENDE JORGE, Danielle. Uma introdução
aos sistemas dinâmicos via frações contínuas. 26 Colóquio
Bras. de Mat., IMPA (2007).

Disciplina
Teoria da
Medida e
Integração
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Análise real 1

Medida de Lebesgue em R . Funções mensuráveis. Lema de Fatou.
Teoremas de convergência: teorema da convergência monótona; teorema de
convergência dominada. Teorema de Egorov. Teorema de Tonelli e de
Fubini. Teorema de mudança de variável para integrais. Mudanças de
coordenadas polares. Espaços L desigualdades de Hölder e Minkowski;
completude.
n

p

Bibliografia

Bibliografia Básica
1.​ BARTLE, R. G. The elements of integration and Lebesgue
measure. New York: John Wiley, 1995. (Wiley Classics Library).
2.​ FOLLAND, G. B. Real analysis: modern techniques and their
applications. 2. ed. New York: Wiley Interscience, 1999. (Pure and
Applied Mathematics A Wiley-Interscience Series of Texts,
Monographs, and Tracts).
3.​ ISNARD, Carlos. Introdução à medida e integração. 2.ed. Rio de
Janeiro. Instituto nacional de matematica pura e aplicada, 2009.
Bibliografia Complementar
1.​ PRIESTLEY, H. A. Introduction to integration. Oxford:
Claredon, 1997.
2.​ ROYDEN, H. L.; FITZPATRICK, P. M. Real analysis. 4. ed.
Boston: Prentice Hall, 2010.
3.​ WEIR, A. J. Lebesgue integration and measure. New York:
Cambridge University Press, 1973.

Disciplina
Introdução à
Análise
Funcional
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Álgebra Linear 2

Espaços de Banach. Espaços de Aplicações Lineares Contínuas.
Teoremas da Aplicação Aberta e do Gráfico Fechado. Somas Diretas
Topológicas. Teorema de Banach-Steinhaus. Espaços Normados de
Dimensão infinita. Espaços de Hilbert.

53

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Bibliografia

Bibliografia Básica
1.​ BOTELHO, G.; PELLEGRINO, D.; TEIXEIRA, E.
Fundamentos de análise funcional. SBM, 2012.
2.​ KREYSZIG, E. Introductory functional analysis with
applications. New York: Wiley, 1978.
3.​ OLIVEIRA, C. R. De. Introdução à análise funcional. 2. ed.
Rio de Janeiro: IMPA, 2015.
Bibliografia Complementar
1.​ SCHECHTER, M. Principles of functional analysis. New York,
Academic Press, 1971.
2.​ RYNNE, B. P.; YOUNGSON, M. A. Linear functional
Analysis. London: Springer, 2001.

​
Disciplina
Introdução às
curvas planas
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Cálculo 2

Curvas planas: curvatura e fórmulas de Frenet. Número de rotação de uma
curva fechada: propriedades do número de rotação, cálculo do número de
rotação e número de interseções. Curvas fechadas e índice de rotação:
curvatura total. Teorema de Jordan: desigualdade isoperimétrica. Curvas
convexas: Teorema de Schur, comprimento e área de curvas convexas.
Teorema dos Quatro Vértices. Outros tópicos.
Bibliografia Básica
1.​ ALENCAR, H., SANTOS, W. G. S. NETO, Geometria
Diferencial de curvas no R2. SBM, 2020.
2.​ CARMO, M. P. do; ROITMAN, P. Geometria diferencial de
curvas e superfícies. 2. ed. Rio de Janeiro: SBM, 2006.
3.​ RUTTER, J.W. Geometry of Curves. Chapman & Hall
Mathematics Series, Boca Raton, 2000.
Bibliografia complementar
1.​ MONTIEL, S. ROS, A. Curves and surfaces. 2. ed. Providence,
RI: American Mathematical Society, 2009. (Graduate Studies in
Mathematics; v.69).

Disciplina
Física 4
Ementa

Carga Horária
Pré-requisito
72 horas
Cálculo 4 e Física 3
Ótica física e ótica geométrica. O éter, a experiência de Michelson-Morley e a
relatividade restrita. Introdução à relatividade especial. Corpo Negro e
quantização. O início da mecânica quântica: primeiras experiências

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
evidenciando a estrutura do átomo. A constante de estrutura fina. O princípio
de incerteza de Heisenberg. A equação de Schrödinger.
Bibliografia

Bibliografia Básica
1.​ HALLIDAY, D.; RESNICK, R.t; WALKER, J. Fundamentos de
física. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos
Editora S./A., 1996. v. 2 .
2.​ TIPLER, P. A. Física: para cientistas e engenheiros. 3. ed. Rio de
Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S./A., 1995. v. 2.
Bibliografia complementar
1.​ NUSSENZVEIG, Herch Moysés. Curso de física básica: Ótica,
relatividade, física quântica (vol. 4). Editora Blucher, 2014.
2.​ ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física: Um curso
universitário-Campos e ondas. Editora Blucher, 2018.

Disciplina
Introdução à
Variedades
Topológicas
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Topologia dos Espaços Métricos, Introdução às
Estruturas Algébricas.

Espaços topológicos e continuidade; Espaços conexos e compactos;
classificação de superfícies compactas; Homotopia; grupo fundamental
e aplicações; espaços de recobrimento.
Bibliografia Básica
1.​ LEE, J. M. Introduction to Topological manifolds. Graduate
Texts in Mathematics, Springer.
2.​ LIMA, E. L. Grupo Fundamental e Espaço de
Recobrimento. Rio de Janeiro: IMPA, 1993.
3.​ MASSEY, W. Algebraic topology: an introduction. New
York: Harcourt, Brace & World, 1967.
Bibliografia Complementar
1.​ MUNKRES, J. R. Elements of algebraic topology. Redwood
City: Menlo Park, 1984.

Disciplina
Geometria
Hiperbólica
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Geometria Euclidiana

História do surgimento da geometria hiperbólica. Revisão de alguns
teoremas da geometria euclidiana. Alguns teoremas de Legendre. O quinto
postulado da geometria hiperbólica: propriedades elementares das paralelas,

55

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
propriedades dos triângulos generalizados, o ângulo de paralelismo,
quadriláteros especiais e a soma dos ângulos de um triângulo. Pontos
ultra-ideais. A variação da distância entre duas retas. Construção de uma
paralela. Hora Círculos e curvas eqüidistantes. A noção de área. A
trigonometria hiperbólica: sistemas de coordenadas, resolução de triângulos
retângulos e resolução de triângulos arbitrários. Consistência da geometria
hiperbólica. O modelo do disco para a geometria hiperbólica e círculos
ortogonais. Transformações lineares complexas.
Bibliografia
Bibliografia Básica
1.​ BARBOSA, J. L. M. Geometria Hiperbólica. 20 Colóquio
Brasileiro de Matemática. Rio de Janeiro: IMPA, 2005.
2.​ GREENBERG, M. J. Euclidean and Non-Euclidean Geometries
Development and History. New York: W. H. Freeman and
Company, 1980.
3.​ CANNON, J W. et al. Hyperbolic geometry. Flavors of geometry, v.
31, n. 59-115, p. 2, 1997.

Bibliografia Básica
1.​ BENEDETTI, R.; PETRONIO, C.. Lectures on hyperbolic
geometry. Springer Science & Business Media, 1992.

Disciplina
Introdução à
Teoria de
Conjuntos
Ementa

Bibliografia

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Introdução à Lógica

Lógica de primeira ordem: o alfabeto, fórmulas, unicidade de
representação, omissão de parênteses, variáveis livres, abreviaturas,
símbolos relacionais e funcionais, notas sobre a semântica. Axiomas de
ZFC. Produto cartesiano, relações e funções. Axioma da escolha e suas
aplicações: Lema de Zorn e princípio da boa ordem. Conjuntos
equipotentes: O Teorema de Cantor-Schröder-Bernstein. Ordinais: teorema
da Recursão transfinita, aritmética ordinal. Cardinais: cofinalidade,
aritmética cardinal.
Bibliografia Básica​
1.​ HALMOS, P. R. Teoria Ingênua dos Conjuntos. Editora
Polígono, São Paulo, 1973.
2.​ HRBACEK, K.; JECH, T. Introduction to set theory. Nova York:
CRC Press, 1999.
3.​ KUNEN, K. Set Theory. College Publications, 2011. Studies in
logic.
Bibliografia Complementar
1.​ JECH, T. J. The Axiom of Choice. Dover Publications, New York,
2008.
2.​ JECH, T. J. Set theory. The 3rd millennium ed., rev. and
expanded. Berlin; New York: Springer, c2003. xiii, 769 p.

56

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
3.​ MIRAGLIA, F. Teoria dos Conjuntos: um Mínimo. EDUSP, São
Paulo, 1992.
4.​ MORTARI, C. Introdução à Lógica. Editora UNESP, 2001.
5.​ STOLL, R. R. Set theory and logic. New York: Dover
Publications, 1963. 474 p. (Dover books on mathematics).

Disciplina
Carga Horária
Pré-requisito
Libras
54 horas
Introdução à Lógica
Ementa Panorama histórico, fundamentos teóricos e metodológicos da Libras.
Introdução às competências e habilidades para comunicação com educandos
surdos. Conceito de Libras, gramática, nomenclaturas, regionalismo, História da
Educação de Surdos, Cultura Surda, legislação, intérprete. Saudações, alfabeto
manual, pronomes, numerais, dias, meses e sinais relacionados ao tempo, família
e sinais relacionados às pessoas, sinais relacionados à educação e ao curso,
profissões, verbos, adjetivos, localizações.
Bibliografia Básica:
1.​ FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio
de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995.
2.​ GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas: Autores
Associados, 1996.
3.​ QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de língua brasileira de
sinais. BRASÍLIA: SEESP/MEC, 2004.
4.​ SACKS, O. Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio
de Janeiro: Imago, 1990.
Bibliografia Complementar:
1.​ COUTINHO, D. Libras e Língua Portuguesa: semelhanças e
diferenças. João Pessoa: Arpoador, 2000.
2.​ FELIPE, T. A. Libras em contexto: curso básico, livro do estudante
cursista. Brasília: Programa nacional de apoio à educação dos surdos,
MEC; SEESP; 2001.
3.​ QUADROS, R. M. de. Educação de Surdos: aquisição da linguagem.
Porto Alegre: Artmed, 1997.
4.​ QUADROS, R. M. de; KARNOPP, L.B. Línguas de sinais brasileira:
estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
5.​ LOPES FILHO, O. (Org.). Tratado de fonoaudiologia. São Paulo:
Roca, 1997.

Disciplina
Processos
Estocásticos
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Introdução à Probabilidade

Cadeias de Markov em tempo discreto: Recorrência, Transiência,
Distribuição estacionárias. Processo de Poisson e generalizações. Cadeias
de Markov em tempo contínuo: modelagem, equações de Kolmogorov.

57

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Martingal: definição, tempos de paradas, convergência. Movimento
Browniano: definição, propriedades, processos Gaussianos.
Bibliografia
Bibliografia Básica​
1.​ ROSS, S. Introduction to Probability Models. John Wiley.
2.​ FERNANDEZ, P. Introdução aos Processos Estocásticos. Rio de
Janeiro: IMPA.
3.​ ALENCAR, M. S. Probabilidade e Processos Estocásticos.
Editora Erica.
Bibliografia Complementar
1.​ BRZEZNIAK, Zdzislaw; ZASTAWNIAK, Tomasz. Basic stochastic
processes: a course through exercises. Springer Science &
Business Media, 2000.

Disciplina
Carga Horária
Pré-requisito
Probabilidades
72 horas
Introdução à Probabilidade e Análise 2
Ementa
Espaços de probabilidade. Variáveis e vetores aleatórios. Distribuições de
probabilidade e funções de distribuição em Rn. Independência estocástica.
Esperança de variáveis aleatórias: propriedades e desigualdades básicas,
Teoremas de Convergência. Distribuição e esperança condicionais:
Teoremas de Existência e Regularização. Leis dos grandes números: Lei
fraca, Lema de Borel-Cantelli e Lei forte. Funções características e
convergência em distribuição em Rn. Teorema de Lindeberg-Feller.
Bibliografia
Bibliografia Básica​
1.​ FELLER, W. An Introduction to Probability Theory and its
Applications. 2. ed. New York: Edition, John Wiley & Sons, 1966.
2.​ JAMES, B.R. Probabilidade: Um Curso em Nível Intermediário.
Rio de Janeiro: IMPA,1981.
3.​ CHUNG, K. L. A Course in Probability Theory. 2. ed. New York:
Edition, Academic Press, 1974.
Bibliografia Complementar​
1.​ SHIRYAYEV, A. N. Probability. New York: Springer-Verlag, 1984.

Disciplina
Programação 1
Ementa

Carga Horária
Pré-requisito
72 horas
Nenhum
Conceitos básicos de linguagens de programação; estruturas de controle;
ambiente de programação; conceitos básicos de programação imperativa;
estilo de programação; algoritmos; representação interna dos dados e
sistema de numeração

Bibliografia
Bibliografia Básica

58

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
1.​ ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. A. V. Fundamentos de
Programação de Computadores . Prentice Hall, 2002.
2.​ EVARISTO, J. Aprendendo a Programar – Programando na
Linguagem C . Rio de Janeiro: Book Express, 2004.
3.​ FORBELLONE, A. L.V.; EBERSPACHER, H. F. Lógica de
programação - a construção de algoritmos e estruturas de
dados, 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2000.
Bibliografia Complementar
1.​ MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C . Módulo 1.
McGraw Hill, 1990.
2.​ MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C . Módulo 2.
McGraw Hill, 1990.

Disciplina
Carga Horária
Pré-requisito
Redes Neurais e
72 horas
Nenhum
Aprendizado Profundo
Ementa
Redes biológicas; modelos de neurônios; arquitetura e aprendizado
nas redes neurais; aplicações.
Bibliografia
Bibliografia Básica
1.​ BEALE, R.; JACKSON, T. Neural Computing-an
introduction. Reino Unido:Taylor & Francis, 2010.
2.​ BRAGA, A.P; CARVALHO, A.P. L; LUDEMIR, T. B
Redes neurais artificiais: teoria e aplicações. Rio de
Janeiro: LTC Editora, 2007.
3.​ HAYKIN, S. "Neural Networks. A Comprehensive
Foundation", New Jersey, Prentice Hall, 2 ed., 1999.
Bibliografia Complementar
1.​ FRANCELIN, R.A., "Uma Introdução a Redes Neurais",
Anais do Workshop sobre Redes Neurais, UFSCar,
setembro, 1992.

Disciplina
Estatística
Ementa

Carga Horária
Pré-requisito
72 horas
Probabilidade e Cálculo 3
Introdução à Inferência Estatística; Estimação; Testes de Hipóteses;
Inferência para Duas Populações, Análise de Aderência e Associação;
Inferência para Várias Populações; Regressão Linear Simples.

Bibliografia
Bibliografia Básica

59

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
1.​ MAGALHÃES, M.T; LIMA, A.C. Noções de Probabilidade e
Estatística. 6. ed. São Paulo: EDUSP, 2004.
2.​ BUSSAB, W; MORETTIN, P. Estatística Básica. 5. ed. São Paulo:
Saraiva, 2004.
3.​ YATES, R. D; GOODMAN, D. J. Probability and Stochastic
Processes: A Friendly Introduction for Electrical and Computer
Engineers. New York: John Wiley & Sons, 2002.
Bibliografia Complementar
1.​ DEKKING, F. M.; KRAAIKAMP, C.; LOPUHAÄ, H. P. & Meester,
L. E. A Modern Introduction to Probability and Statistics:
Understanding Why and How. Springer, 2005.
2.​ MAGALHÃES, M. N. Probabilidade e Variáveis Aleatórias. 3. ed.
São Paulo: EDUSP, 2011.
3.​ VERZANI, J. Using R for Introductory Statistics. Boca Raton, FL:
Chapman & Hall/CRC, 2005.
4.​ LAPPONI, J. C. Estatística Usando Excel. 2. ed. São Paulo:
Lapponi, 2000.
5.​ DALGAARD, P. Introductory Statistics with R. Springer, 2002.

Disciplina
Teoria dos
Grafos
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Matemática Discreta

Grafos, subgrafos e grafos orientados; florestas e árvores; busca em grafos,
conectividade e cortes; árvore geradora, distâncias, fluxo em rede e
emparelhamentos; problemas intratáveis.

Bibliografia
Bibliografia Básica
1.​ SZWARCFITER, Jayme. Grafos e Algoritmos Computacionais.
Rio de Janeiro: Campus, 1984.
2.​ NETTO, Paulo B. Grafos: Teoria, Modelos e Algoritmos. São
Paulo: Edgard Blucher, 1996.
3.​ DIESTEL, Reinhard; SCHRIJVER, Alexander; SEYMOUR, Paul D.
Graph theory. In: MATHEMATISCHES FORSCHUNGSINSTITUT
OBERWOLFACH REPORT NO. 16/2007. 2007.

Bibliografia Complementar
1.​ ZHANG, Cun-Quan. Integer flows and cycle covers of graphs.
CRC Press, 1997.

Disciplina
Visão
Computacional
Ementa

Carga Horária
72 horas

Pré-requisito
Nenhum

Visão por computador. Aquisição de imagem e sensores de visão.
Pré-processamento e segmentação de imagens. Descrição, reconhecimento
de padrões e decisão. Representação. Visão 2D e 3D. Movimento.

60

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Rastreamento. Modelos de câmeras. Redes Neurais Convolucionais.
Arquiteturas e aplicações.
Bibliografia
Bibliografia Básica
1.​ L. G. Shapiro, G. Stockman, Computer Vision , Prentice Hall,
2001.
2.​ D. A. Forsyth and J. Ponce, Computer Vision: A modern
approach, Prentice Hall, Upper Saddle River, N.J., 2003.
3.​ Rafael C. Gonzalez, Richard E. Woods. Digital Image
Processing. Addison-Wesley Pub (Sd); 3rd edition (March 2007).
Bibliografia Complementar
1.​ Mark Nixon, Alberto S Aguado. Feature Extraction & Image
Processing for Computer Vision, Second Edition. Academic
Press; 2 edition (January 22, 2008).

Atividades Complementares
De acordo com o Parecer CNE/CES 1.302/2001, que instituiu as Diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos de Matemática, Bacharelado e Licenciatura, algumas ações devem
ser desenvolvidas como atividades complementares à formação do matemático, que venham a
propiciar uma complementação de sua postura de estudioso e pesquisador, integralizando o
currículo, tais como a produção de monografias e a participação em programas de iniciação
científica e à docência.
No curso de Matemática Bacharelado as atividades complementares totalizam 200
horas e devem ser vivenciadas em atividades teórico-práticas em áreas de interesse dos
estudantes. A seguir, estão descritos alguns tipos de atividades. Cada uma das atividades será
registrada mediante apresentação de certificação assinada pelo orientador, supervisor ou
organizador responsável pelo evento/atividade:
(a)​Monitoria em disciplinas do Curso de Matemática. A atividade prevê a dedicação
de 12 horas semanais;
(b)​Iniciação Científica: Atividades de iniciação científica, desenvolvidas junto a um
ou mais professores, com ou sem financiamento das agências de fomento à
pesquisa (FAPEAL, CNPq, etc.). A atividade deve envolver o aluno em pelo
menos 12 horas de atividades semanais;

61

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

(c)​Participação em eventos acadêmicos: congressos, seminários e minicursos de
reconhecido valor científico, na área de formação do(a) aluno(a) ou em áreas
afins;
(d)​Atividades de Extensão: Atividades que envolvam a aproximação e o diálogo
entre a UFAL e os diferentes setores da sociedade. Atualmente o Instituto de
Matemática desenvolve um programa específico de extensão chamado PIMI que
oferta um conjunto de ações voltadas a temas relacionados ao fortalecimento da
Matemática no Estado de Alagoas. Tais atividades podem estar vinculadas a
projetos disponibilizados pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex) ou serem
desenvolvidos por iniciativa do corpo docente do Instituto de Matemática, desde
que referendados pelo Conselho do IM e devidamente registrados junto àquela
Pró- Reitoria;
(e)​Estágio supervisionado não obrigatório;
(f)​ Disciplinas isoladas: cursos de verão, de iniciação científica, disciplinas isoladas
de graduação, disciplinas de mestrado e doutorado em Matemática ou áreas
afins. Disciplinas eletivas do curso de Matemática Bacharelado cursadas além da
carga horária mínima obrigatória;
(g)​Cursos de idiomas ofertados pela UFAL;
(h)​Representação estudantil: participação como membro do colegiado do curso de
Matemática Bacharelado, Conselho do Instituto de Matemática (CONSIM), Centro
Acadêmico do curso, DCE ou Conselho Universitário;
O aproveitamento da carga horária das Atividades Complementares deverá obedecer os
seguintes critérios:
i) A carga horária da parte flexível deverá, preferencialmente, ser distribuída ao
longo do curso e deverá ser preenchida por, pelo menos, três tipos de atividades
distintas;
ii) A carga horária aproveitada de cada atividade será a carga horária explicitada no
certificado;
iii) O aproveitamento das atividades Complementares de Graduação, será solicitado
pelo aluno ao final de cada semestre letivo, à Coordenação do Curso de Matemática
Bacharelado, por meio do sistema acadêmico apropriado ou por e-mail, anexando a
documentação devidamente reconhecida;

62

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

iv) Somente serão computadas as atividades realizadas após o ingresso no curso.
v) As atividades de ensino, pesquisa, extensão ou representação estudantil não
contempladas nos itens (a), (b), (c), (d), (e), (f), (g) e (h) serão analisadas pelo
colegiado do curso de Matemática Bacharelado.
vi) Os casos omissos serão resolvidos pelo colegiado do curso de Matemática
Bacharelado.

6. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade acadêmica curricular com
carga horária de 72 horas cujo objetivo é desenvolver e verificar as habilidades cognitivas de
compreensão, aplicação, análise, avaliação e criação acerca dos conhecimentos científicos,
técnicos e culturais produzidos ao longo do curso. Por meio de TCC, os estudantes devem
aplicar conhecimentos de vanguarda na produção de aplicações científicas, tecnológicas ou de
inovações.
O Trabalho de Conclusão de Curso é regulamentado no Art. 18 da Resolução CONSUNI
nº 25, de 26 de outubro de 2005, e pela Instrução Normativa Nº 02 PROGRAD/Fórum das
Licenciaturas, de 27 de setembro de 2013, sendo componente curricular obrigatório, centrado
em determinada área teórico-prática ou de formação profissional, como atividade de síntese e
integração de conhecimento e consolidação das técnicas de pesquisa.
O Art. 18 da Resolução supracitada, define o TCC como componente curricular
obrigatório em todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL, assumindo a seguinte
conformação:
●​ O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa semanal,
sendo sua carga horária total prevista no PPC e computada para integralização do
Curso.
●​ A matrícula no TCC se dará automaticamente a partir do período previsto no PPC para
sua elaboração, não tendo número limitado de vagas, nem sendo necessária a
realização de sua matrícula específica no Sistema Acadêmico.
●​ A avaliação do TCC será realizada através de 01 (uma) única nota, dada após a entrega
do trabalho definitivo, sendo considerada a nota mínima 7,0 (sete), nas condições
previstas no PPC.

63

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

●​ Caso o aluno não consiga entregar o TCC até o final do semestre letivo em que cumprir
todas as exigências da matriz, deverá realizar matrícula vínculo no início de cada
semestre letivo subsequente, até a entrega do TCC ou quando atingir o prazo máximo
para a integralização de seu curso, quando então ele será desligado.
No Anexo 1 tem-se a resolução de TCC que estabelece as normas regimentais do
Trabalho de Conclusão de Curso para o Curso de Matemática Bacharelado.

7. EXTENSÃO
De acordo com a Resolução do Conselho Nacional de Educação nº 7, de 18 de dezembro
de 2018, que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e
regulamenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, as atividades acadêmicas de
extensão do curso de graduação em Matemática Bacharelado serão dispostas na forma de
componentes curriculares, considerando-os em seus aspectos que se vinculam à formação dos
estudantes, conforme previsto no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e no Projeto
Pedagógico Institucional (PPI) da UFAL, e de acordo com o perfil do egresso, estabelecido neste
PPC, e com os demais documentos normativos próprios.
A prática extensionista na UFAL fundamenta-se nos princípios da Política Nacional de
Extensão Universitária expressa pelo Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas
de

Ensino

Superior

brasileiras

(FORPROEX,

2012),

a

saber:

interação

dialógica,

interdisciplinaridade e interprofissionalidade, indissociabilidade entre ensino – pesquisa – extensão,
impacto na formação social do estudante, impacto e transformação social.
As Dimensões da extensão são compromissos prioritários ou elementos estruturantes que
devem funcionar como diretrizes gerais da extensão orientando o planejamento, a execução e a
avaliação das ações extensionistas. Assim, a UFAL institui quatro dimensões estratégicas como
seguem: a) formação acadêmica; b) produção de conhecimento; c) interação com a sociedade e d)
produção, preservação e difusão cultural.
Os discentes do Curso de Matemática Bacharelado têm participado de ações de extensão
oferecidas pelo Instituto de Matemática. No quadro a seguir citamos atividades realizadas de 2016
a 2020.

64

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Ano
2016

Modalidade
Projeto

2016
2016
2016
2017
2018
2018
2018
2018

Projeto
Projeto
Curso
Curso
Projeto
Projeto
Curso
Curso

2018
2019

Evento
Projeto

2020
2020
2020
2020
2020
2020
2020
2020
2020
2020
2020

Projeto
Projeto
Projeto
Curso
Curso
Curso
Curso
Curso
Evento
Evento
Evento

Ação
Programa de Desenvolvimento do Ensino de Matemática no Estado de
Alagoas Exposição de Matemática – MATEXPO Olimpíada Alagoana de
Matemática – OAM
Divulgação de Matemática
POTI – Polo Olímpico de Treinamento Intensivo em Olimpíadas de Matemática
Curso de Cálculo Avançado com o uso de Software Matemáticos
Introdução aos Sistemas Dinâmicos
Desenvolvimento e Aplicação de Algoritmos para Perícia Extrajudicial
Programa de Verão em Matemática da UFAL
Introdução ao Cálculo
Fundamentos Matemáticos para Aprendizagem Profunda e Aplicações em
Visão Computacional
MATFEST e MATEXPO 2018
A busca pela igualdade de gênero na sociedade, transformando meninas em
mulheres de luta pela sua representatividade e espaço nas ciências exatas,
desde o ensino fundamental até os maiores graus da vida acadêmica.
Painless Math - Matemática sem sofrimento.
Matemática em Palestina e Monteirópolis.
Economia Matemática e Cálculo Estocástico
JORNADA DE MINICURSOS DE DIVULGAÇÃO MATEMÁTICA.
Lógica Matemática e Técnicas de Demonstrações.
2ª Jornada de Minicursos de Divulgação Matemática
Espaços de Probabilidade.
Ciclo de Seminários em Matemática Aplicada - SBMAC - UFAL
Seminários de Análise e Equações Diferenciais Parciais da UFAL
Histórias Inspiradoras em Matemática
MatFest2020

7.1 Programa de Extensão
O programa de extensão existente no Curso de Matemática Bacharelado é denominado
“Programa Independente de Matemática Integrada” (PIMI). O PIMI tem como objetivo
popularizar a matemática nas suas mais diversas formas, desde o ensino básico até o ensino
superior. Alguns projetos e ações de Extensão dentro do PIMI incluem: Palestras de divulgação
em escolas públicas e privadas do ensino básico; eventos de popularização da matemática,
tais como a Olimpíada Alagoana de Matemática, Semana Olímpica e, sempre que possível, o
MatFest. O PIMI ainda conta com o NUTI: Núcleo de Treinamento intensivo, composto pelo
Polo Olímpico de Treinamento Intensivo em Olimpíadas de Matemática (POTI), o Programa de
Iniciação Científica Júnior (PIC) e o Seminário de Cultura Matemática, voltado para alunos de
ensino superior do estado de Alagoas, do qual já participam alguns alunos com maior vocação
para a matemática do ensino médio. Também contamos com o projeto Meninas nas Ciências e
os Minicursos de Divulgação Matemática com o intuito de envolver um maior público em
atividades do Instituto de Matemática da UFAL.

65

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

A seguir, descrevemos com maior detalhe o nosso programa de extensão.
Nome do programa: Programa Independente de Matemática Integrada (PIMI)
Unidades Acadêmicas ou cursos envolvidos: Instituto de Matemática
Áreas Temáticas do Programa: Educação, Tecnologia e Produção, e Trabalho.
Linha de Extensão: Desenvolvimento regional; Desenvolvimento tecnológico; Educação
profissional; Divulgação científica e tecnológica; Formação de Professores, Infância e
adolescência; Inovação tecnológica; Jovens e adultos; Metodologias e estratégias de
aprendizagem; Organização da sociedade e movimentos sociais; Propriedade intelectual e
patentes; Desenvolvimento humano; outra linha de extensão relacionada às áreas
temáticas de extensão do Programa.
Objetivos:
1.​ Popularizar a matemática.
2.​ Aproximar o ensino básico da universidade.
3.​ Desenvolver estratégias para melhorar o ensino de matemática no estado de
Alagoas através de ações efetivas de cooperação com professores do ensino básico.
4.​ Colocar o discente em contato com aplicações da Matemática no cotidiano.
Justificativa: Atendendo aos princípios da Política Nacional de Extensão Universitária
(PNEU), o Programa de Extensão do Instituto de Matemática da UFAL privilegia Ações
Curriculares de Extensão (ACE) englobando a educação básica, as Instituições públicas e
a sociedade Alagoana de modo geral, visando possibilitar que os discentes coloquem em
prática seus conhecimentos, a partir da interação com pessoas, instituições e a sociedade
como um todo.
Público-Alvo: As Ações Curriculares de Extensão previstas neste Programa destinam-se a
alunos e professores da rede pública e privada de ensino; servidores e gestores de órgãos
públicos, organizações da sociedade civil; estudantes e profissionais da área de
Matemática e de áreas afins; e profissionais liberais.
A seguir detalhamos as ações contidas no PIMI.
Título: PIMI nas Escolas​
Categoria: Projeto

66

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Forma de oferta: Presencial
Detalhes da Ação: Usar nossos contatos com professores do ensino básico para que
estes convidem professores do Instituto de Matemática ou alunos de Mestrado e Doutorado
para ministrar palestras nas unidades de ensino em que atuam. Tais palestras terão como
objetivo incentivar alunos e professores a continuar seus estudos através da apresentação
da matemática usada diariamente, mas que devido ao cronograma tão apertado muitas
vezes é despercebida. Além disso, os professores poderão apresentar, de maneira e em
linguagem acessível, o que se pesquisa em matemática hoje em dia.

Título: Olimpíada Alagoana de Matemática (OAM)
Categoria: Projeto
Forma de oferta: Semipresencial
Detalhes da Ação: A Olimpíada Alagoana de Matemática é uma competição regional, por
várias vezes financiada pela Associação Olimpíada Brasileira de Matemática e tem por
objetivo incentivar e desafiar os alunos alagoanos por meio de problemas lúdicos. A
competição é organizada pelo Instituto de Matemática desde 2003 e vários de seus
participantes têm posições de destaque no mercado de trabalho, alguns com o
desenvolvimento de Startups, enquanto outros se tornaram acadêmicos. O Instituto
percebe claramente um impacto positivo da competição e do treinamento para as
competições de matemática, no nível dos alunos que chegam aos cursos de exatas da
Universidade Federal de Alagoas.

Título: Núcleo de Treinamento Intensivo (NuTI)
Categoria: Projeto
Forma de oferta: Semipresencial
Detalhes da Ação: O Núcleo de Treinamento Intensivo, NuTI, é composto por diversos
alunos e professores voluntários que dedicam uma carga horária semanal para dar aulas
de conteúdos voltados para olimpíadas regionais, nacionais e internacionais de
matemática. Nele os alunos dos cursos de matemática do IM/UFAL podem ter um estágio
docente extremamente qualificado, sendo orientados por diversos professores com
experiência em treinamentos.

67

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Título: Seminário de Cultura Matemática
Categoria: Evento
Forma de oferta: Presencial
Detalhes da Ação: Nosso seminário ocorre periodicamente no Instituto de Matemática e,
conforme sugerido por colegas de outras instituições, pretendemos incluir neles a
participação de alunos de ensino superior de outras instituições. Contamos também com a
presença de alguns alunos de ensino médio que sentem uma vocação ou determinação
maior para estudar matemática. Nesse seminário os alunos apresentam conteúdos
curiosos de matemática, projetos de iniciação científica, conteúdos propostos por
professores ou que lhes chamaram a atenção, e interagem entre si promovendo uma troca
de experiência relativa aos conteúdos estudados. Os alunos do Instituto têm aproveitado
bem este seminário, mostrando terem adquirido maior responsabilidade sobre suas
obrigações. Isso por sua vez contribui para seu desenvolvimento acadêmico expandido
suas possíveis áreas de atuação.
Título: MatFest
Categoria: Evento
Forma de oferta: Presencial
Detalhes da Ação: O MatFest é o maior evento de divulgação Matemática do estado de
Alagoas sendo organizado desde 2003 pelo IM/UFAL. Hoje contamos com alguns
subeventos, tais como a Semana Olímpica e a MatExpo. O MatFest é tradicionalmente
marcado por excelentes palestras de matemática pura e aplicada, mas também conta com
palestras de física, economia e computação, áreas que naturalmente conversam com a
matemática. A Semana Olímpica é o evento que finaliza o treinamento do NuTI e a
MatExpo é uma exposição de conteúdos matemáticos por professores e alunos da rede
básica dos ensinos público e privado do nosso estado.
Título: Histórias Inspiradoras em Matemática
Categoria: Evento
Forma de oferta: Presencial
Forma de oferta: Semipresencial
Detalhes da Ação: É um fato que tanto para apaixonados quanto para leigos entusiastas
da matemática motivação e inspiração são cruciais para estudar e perseverar numa área

68

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

tão mal esclarecida para nossa sociedade. E de onde tirar motivação e inspiração? Como
diz a máxima: Testemunhos movem montanhas! Pensando nisso, o instituto de
matemática, tomando ciência de seu papel inspirador, motivador e educador vem por meio
deste evento apresentar histórias fantásticas e inspiradoras de professores de matemática
do ensino básico, alunos de graduação, alunos de doutorado e de doutores em matemática
que mudaram de vida e são agentes de transformação de vida de crianças, adolescentes e
adultos que apreciam matemática. Nosso objetivo é motivar os jovens a acreditar que
estudando é possível superar vários obstáculos; ver sua beleza e inspirar professores a
agirem motivando seus alunos, via matemática, a mudar sua realidade que muitas vezes é
de pobreza. Buscamos trazer histórias que agregarão enormemente nossa cultura
matemática e inspiração a nossos sonhos de ter dias melhores.
Jornada de Minicursos de Divulgação
Matemática Categoria: Curso
Forma de oferta: À distância
Detalhes da Ação: Durante o período de Pandemia foi ofertado uma jornada de
minicursos de Matemática para a comunidade. Tal evento foi voltado para divulgação e
motivação de conhecimento matemático, usando ferramentas de comunicação virtual,
envolvendo os discentes dos cursos da área de exatas da UFAL e das demais Instituições
Públicas de Ensino Superior de Alagoas e estendendo-se também aos discentes do Ensino
Médio de nosso estado que tenham interesse em ampliar seus horizontes matemáticos e
ter contato com aplicações da matemática. Tal evento integra estudantes de universidades
particulares e estudantes de escolas públicas e privadas com os estudantes e professores
da UFAL.
Nivelamento de Matemática
Categoria: Curso
Forma de oferta: Presencial
Detalhes da Ação: Minicurso voltado aos estudantes iniciando a graduação na área de
exatas, aos estudantes do ensino médio e professores da educação básica com o intuito
de fornecer uma boa formação aos mesmos. Tal minicurso terá como objetivo diminuir a
defasagem dos estudantes em conceitos básicos de Matemática que normalmente são
vistos no ensino Médio e consequentemente diminuir o índice de reprovação nas

69

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

disciplinas iniciais do curso de Matemática Bacharelado. Tal minicurso será elaborado por
docentes e discentes dos últimos períodos do curso.
Aplicações da Matemática no Setor Produtivo
Categoria: Projeto
Forma de oferta: Presencial
Detalhes da Ação: Permitir ao estudante desenvolver experiências profissionais em
empresas do setor público e privado, promovendo a aplicação dos conhecimentos
adquiridos ao longo do curso, aprimorando suas habilidades matemáticas e trabalho em
equipe.​
Menina nas Ciências
Categoria: Projeto
Forma de oferta: Presencial
Detalhes da Ação: O presente projeto tem por objetivo desenvolver um plano de ações
capaz de despertar e incentivar o interesse de meninas em fase escolar pelo estudo da
Matemática e áreas afins e sua disposição para perseguir carreiras no campo da ciência e
tecnologia (C&T). As atividades são baseadas em conceitos envolvendo ciências,
tecnologia, engenharia e matemática (metodologia Science, Technology, Engineering, and
Math – STEM), o que possibilitará diálogos multidisciplinares, com objetivo de garantir o
interesse e progresso baseados no talento, criatividade e ideias das meninas nas ciências.

7.2 Programa Integralizado de Extensão
As atividades de extensão do curso de Matemática Bacharelado representam 10% do total
da carga horária curricular do curso e serão caracterizadas como um processo interdisciplinar,
político educacional, cultural, científico, tecnológico, com a finalidade de promover a interação
transformadora entre as instituições de ensino superior e os outros setores da sociedade, por
meio da produção e da aplicação do conhecimento, em articulação permanente com o ensino e
pesquisa. O curso de Matemática Bacharelado contempla Atividades Curriculares de Extensão
como Componentes Curriculares de Extensão conforme as novas diretrizes da Resolução
CONSUNI 04/2018 que regulamentou as ações de extensão como componente curricular,
visando à capacitação do aluno e sua aproximação com a comunidade. Para esta parte do PPC
usamos como principal referência usamos a nova Instrução normativa da Proex de 2020, que

70

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

esclarece os procedimentos para implantação da extensão como componente curricular
obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL.
Seguindo esta normativa, o curso oferece em cinco momentos (4º, 5º, 6º, 7º e 8º períodos)
atividades curriculares de extensão de caráter obrigatório identificadas como – Programa
Integralizado de Extensão (PIEx) 1, 2, 3, 4 e 5 – com atividades diversificadas, voltadas para o
estudo, planejamento e realização das ações extensionistas, visando proporcionar aos discentes
as atividades de ensino e de pesquisas com metodologias participativas e de intervenção que
aproximem o aluno da comunidade ou tragam a comunidade até a Universidade. Estas atividades
e ações serão implementadas na forma de três (3) tipos distintos. Serão no mínimo em dois (2)
projetos distintos (executados por no mínimo dois semestres). As especificações destes
programas e projetos de extensão ficarão a cargo do Núcleo de Extensão da Unidade e da
coordenação do curso. Dessa forma, o curso refletiu a ampliação da carga-horária de extensão no
desenvolvimento de ações extensionistas obrigatórias na primeira metade do curso com as
Programa Integralizado de Extensão (PIExs), com o objetivo de implementar o contato do aluno
com as atividades de extensão desenvolvidas no Programa de Extensão do Instituto de
Matemática (cujas atividades terão Resoluções e Programações específicas, publicadas pelos
meios apropriados do Instituto aos alunos). As especificidades de cada ACE constam no
Programa de Extensão do IM.

7.3 Avaliação da Atividade de Extensão
Cada PIEx terá um professor responsável em cada semestre o qual será incumbido de
realizar a avaliação dos alunos por meio de fatores como frequência, engajamento no processo e
resultados obtidos.
8. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
O curso de Matemática Bacharelado adota políticas institucionais visando à melhoria
contínua de suas atividades, a formação cidadã, o reconhecimento pela sociedade e a garantia
de formação adequada ao perfil de egresso desejado. Dentre as políticas institucionais
adotadas pelo curso destacam-se:
Inovação e Qualificação: A universidade deve possibilitar uma revisão permanente dos seus
projetos pedagógicos, incluindo nesse debate os novos desenhos curriculares, inclusive aqueles

71

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

já implantados quando da interiorização, estando atenta a novas tendências e desafios para a
sociedade em um mundo contemporâneo e buscando sempre novas práticas pedagógicas.
O curso de Matemática Bacharelado mantém um continuado programa de qualificação de
seu corpo docente visando o compartilhamento de conhecimentos inovadores com o corpo
discente e a formação de profissionais mais preparados para atender as demandas da sociedade
atual. Do ponto de vista de política para qualificação do discente, o Curso de Matemática
Bacharelado conta com um corpo docente bastante atuante na pesquisa e no âmbito da
pós-graduação. Este aspecto possibilita a inclusão dos discentes na participação das ações de
pesquisa que envolvem projetos com financiamento das agências de Fomento como CAPES,
CNPq, FAPEAL. Tais projetos possibilitam a interação entre os dicentes do curso com discentes
que participam do programa de pós-graduação e com pesquisadores reconhecidos nacional e
internacionalmente. Estas ações possibilitam um fortalecimento na formação discente e uma
inclusão no meio científico já no início do curso de graduação.
O curso de Matemática Bacharelado também promove o uso das ferramentas de Tecnologia
da Informação e da Comunicação por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem; Implantação
de sistemas de atendimento aos discentes pelos docentes; Promoção de monitorias, com
atendimentos realizados por estudantes, contando com a orientação de docentes. Vale ressaltar
que os monitores podem participar do Seminário Institucional de Monitoria promovido pela
Universidade. O seminário é mais uma ação de desenvolvimento e fortalecimento do Programa
de Monitoria na Universidade e tem o propósito de socializar as atividades acadêmicas realizadas
pelos alunos de graduação que atuaram como monitores remunerados e voluntários no Programa
de Monitoria, bem como proporcionar a integração entre a comunidade universitária através da
troca de experiências entre discentes, docentes, técnico-administrativos, e a sociedade de um
modo geral.
Desse modo, se concretiza efetivamente a criação de uma ampla rede de atendimento
didático pedagógico, reafirmando o compromisso de garantir uma experiência educacional
inclusiva e de qualidade para os estudantes.
Internacionalização: O ensino de graduação pensa a internacionalização como um caminho de
possibilidades de formação, deixando os currículos locais efetivamente sem fronteiras. Neste
sentido, a matriz curricular do curso é compatível com a formação usualmente promovida pelos
cursos de Matemática Bacharelado nas principais instituições do País e do Exterior, facilitando o
aproveitamento de estudos e adequação curricular para permitir o ir e vir dos sujeitos da

72

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

aprendizagem.
A universidade deve se preocupar também em dar uma formação inicial e/ou complementar
nas línguas estrangeiras, eliminando um dos limitadores na concretização de programas de
intercâmbio internacional. Para isso, a Faculdade de Letras – FALE oferece cursos de línguas
gratuitos, para estudantes e professores, de forma regular, a partir de editais vinculados à
Pró-Reitoria de Extensão – PROEX.
O Instituto de Matemática, unidade à qual o curso de Matemática Bacharelado está
vinculado, mantém um continuado programa de cooperação internacional com diferentes
instituições estrangeiras, recebendo frequentemente docentes destas instituições. O curso
fomenta a interação entre discentes e docentes visitantes estrangeiros, através da participação
em seminários, cursos de curta duração e atividades de pesquisa.
Responsabilidade Social: A Universidade Federal de Alagoas não se considera proprietária de
um saber pronto e acabado que vai ser oferecido à sociedade, mas, ao contrário, ao participar
dessa sociedade, é sensível aos seus saberes, problemas e apelos, através dos grupos sociais
com os quais se relaciona, bem como através das questões que surgem de suas próprias
atividades de ensino, de pesquisa e de extensão.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das atuais
condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e no Brasil, a ação
cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do conhecimento nela produzido. Portanto,
As populações cujos problemas são objeto de pesquisa acadêmica também são consideradas
sujeitos desse conhecimento, o que lhes assegura pleno direito de acesso às informações e
produtos então resultantes. Neste sentido, a prestação de serviços é considerada produto de
interesse acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa e
extensão, devendo ser a realidade e sobre a realidade objetiva, produzindo conhecimentos que
visem à transformação social.
O curso de Matemática Bacharelado promove atividades de extensão voltadas à
comunidade do Estado de Alagoas e regiões circunvizinhas voltadas à popularização da ciência e
à divulgação das carreiras científica e acadêmica entre jovens do ensino fundamental e médio.
Estas atividades são realizadas por docentes e discentes do curso e contribuem para a formação
de profissionais mais preparados para atender às demandas da sociedade.
Desse modo, o Curso de Matemática Bacharelado anseia contribuir para o desenvolvimento
da responsabilidade social da UFAL, uma vez que as atividades de ensino, pesquisa e extensão

73

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

se realizam em estreita relação com a realidade social e política do estado de Alagoas e em
diálogo com as demandas advindas de diversos grupos sociais.
O conjunto das atividades do curso responde a atual abertura do leque de atuação
profissional

em

Matemática

nos

diversos

campos

de

intervenção

e

visa

contribuir

significativamente à formação de profissionais que atuem em processos sócio-políticos e culturais
para além do universo acadêmico.
O investimento do Curso na formação de profissionais eticamente comprometidos com a
sociedade e cientes de sua responsabilidade social, bem como na produção e divulgação de
conhecimentos resultantes de processos dialógicos junto aos diversos grupos e movimentos
sociais, objetiva contribuir para dirimir as desigualdades sociais presentes no estado, inclusive a
partir de uma prática docente qualificada. A universidade não deve perder de vista que uma
formação completa deve também levar em consideração a inclusão dos estudos dos direitos
humanos,

da

sustentabilidade,

da

acessibilidade,

das

questões

étnicos

raciais

e

afro-descendentes.
Acessibilidade: A UFAL possui um núcleo de estudos (Núcleo de Acessibilidade - NAC) voltado
para o entendimento das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção
de acessibilidade e de atendimento diferenciado aos portadores de necessidades especiais em
atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente.
Além de buscar para garantir a acessibilidade arquitetônica, também nos preocupamos em
cumprir outras dimensões exigidas pela Política de Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade:
pedagógica, metodológica, de informação e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica do curso atenta para o que rege o art. 59 da
Lei 12.764/2012, que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com
necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização
específicos, para atender às suas necessidades”.
Assim, o Núcleo de Acessibilidade foi criado em outubro de 2013 e desde então tem
consolidado suas ações na Instituição, e, de acordo com a Lei 13.146/2015 visa “assegurar e a
promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais da
pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania”.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado especial, haja vista a
forma atual de identificação dos alunos: a auto declaração. Assim, professores e estudantes com
deficiência,

precisam

solicitar

atendimento

educacional

especializado

e,

este

ocorre

74

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

continuamente e de acordo com as suas necessidades.
O NAC tem investido na formação da comunidade universitária com a proposição de
projetos, cursos e oficinas (Tecnologia Assistiva - Deficiência Visual e Deficiência Física,
Estratégias de Ensino do Surdo cego, Práticas Inclusivas na Educação Superior, Sextas
Inclusivas, entre outros).
Por outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores para o
estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e execução de ações voltadas
para essas necessidades. Para tal atendimento a UFAL assume o compromisso de prestar
atendimento especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva
e cognitiva sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas
facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e metodológico de
forma a permitir sua permanência produtiva no desenvolvimento do curso. À luz do Decreto Nº
5.296, de 2 de dezembro de 2004 – Regulamenta a Lei n. 10.048, de 8 de novembro de 2000,
que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e a Lei n. 10.098, de 19 de
dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras
providências.
A partir de 2016, o NAC ainda tem atuado na intermediação com os diferentes órgãos da
UFAL, principalmente junto à SINFRA, PROGRAD e PROEST, para a minimização de possíveis
barreiras (físicas e acadêmicas) à permanência do estudante com deficiência, como preconiza a
Lei 10.098/2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Aqui, merece
destaque a construção de calçadas táteis, rampas de acesso aos prédios, corrimãos, adaptações
de banheiros e salas de aula, entre outras obras necessárias à permanência dos estudantes e
professores com deficiência na universidade.
Com relação ao atendimento de discentes com Transtorno do Espectro Autista, conforme
disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, incluso no instrumento de avaliação dos
cursos de graduação do INEP de junho de 2015, a Universidade Federal de Alagoas, nesse
momento fomenta estudos e debates no intuito de constituir uma política institucional que explicite
ações neste âmbito e que fundamente os cursos de graduação desta instituição em metodologias
e ações atitudinais que visem a inclusão de pessoas com este transtorno.
No que tange ao curso de Matemática Bacharelado, dentro de suas limitações e
especificidades, os docentes e técnicos serão incentivados a atender, sempre que houver

75

Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

necessidade, de forma especializada, àqueles que necessitam: disponibilizando material didático
acessível - tanto na biblioteca setorial como por meio de plataformas educacionais (Plataforma
Moodle, entre outras, caso houver); disponibilizando material didático em formato impresso e
acessível e; quando necessário, disponibilizando material em formato impresso em caráter
ampliado (para estudantes com baixa visão).
Ainda, do ponto de vista das estratégicas relativas à organização didático pedagógica, o
curso conta com a inserção da disciplina de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), em seu Projeto
Pedagógico.
Além disso, em respeito à diversidade inerente ao ser humano, e com intuito, na medida do
possível, de assegurar a implementação da educação inclusiva, tentaremos garantir, em nossas
avaliações, práticas especializadas para aqueles que têm algum tipo de necessidade específica,
como: estudantes com deficiência visual, e discentes com grau leve de deficiência/problema
mental. Como exemplos de ações afirmativas de inclusão, poderíamos citar a orientação do
nosso corpo a estender o tempo de avaliação para esses discentes. Também, caso haja um alto
grau de deficiência visual, existe a possibilidade de aplicação da avaliação oral, ou de outros
mecanismos inclusivos.
Ressaltamos que os casos, nos quais haja a impossibilidade de atendimento dentro do
próprio Curso, seja por questões físicas, seja por questões de vulnerabilidades existentes, os
mesmos serão encaminhados para o Núcleo de Acessibilidade da UFAL.
Inclusão e Política de Cotas: No ano de 2015 foram reservadas 40% (quarenta por cento) das
vagas de cada curso e turno ofertados pela UFAL para os/as estudantes egressos das escolas
públicas de Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram destinadas aos
candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salário mínimo (um salário
mínimo e meio) bruto per capita e 50% (cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos
oriundos de famílias com renda igual ou superior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e meio)
bruto per capita. Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a divisão socioeconômica, serão
reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do
Estado de Alagoas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) de 2010, que corresponde a 67,22% (sessenta e sete vírgulas vinte e dois por cento). A
meta da UFAL de destinar 50% de suas vagas a alunos egressos de escolas públicas, foi
atendida em 2016. Nesse momento, a instituição atende plenamente à Lei nº12.711/2012,
inclusive no que tange a cotas para pessoas com deficiência.

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

9. AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO – TIC
O Curso de Matemática – Bacharelado – congrega docentes e discentes a uma série de
recursos tecnológicos na conexão do trinômio universitário ensino-pesquisa-extensão. O uso
das Tecnologias da Informação e da Comunicação – TICs – ocorre em estudos coletivos,
individuais, em apoios de monitoria e formação, etc. Os estudantes acessam tais tecnologias
como ferramenta de inclusão digital indispensável à formação do bacharel em Matemática.
Os professores podem usar plataformas digitais de interação e informação, tais como
blogs e sites no qual disponibilizam material de consulta e oferecem espaço para
procedimentos de interação assíncronos. A unidade do curso usa, inclusive, as plataformas das
redes sociais para manter a comunicação com os alunos, por via de perfil próprio e grupos de
debate exclusivos dos alunos.
Tanto pelo Moodle, quanto pelos perfis das redes sociais (página oficial do curso no
Facebook e Grupo Fechado do Instituto e dos cursos), são disponibilizados avisos, ações,
aulas gravados, agilizando o relacionamento e a troca de informações de forma assíncrona e
intermitente entre a comunidade atendida pelo curso. Inclusive, o curso está em processo de
implementação de um banco de dados virtual com os TCCs produzidos pelos alunos do curso,
visando à ampliação do acesso à pesquisa.
Os professores têm acesso a uma rede de wi-fi fechada, exclusiva do departamento,
visando uma troca mais segura e uma banda larga mais adequada para exibição de vídeos e
outros materiais de apoio pedagógico durante as aulas e atividades diversas relacionadas a
ensino, pesquisa e extensão.
Na estrutura física, os educandos têm acesso a um laboratório de Informática com
computadores que possuem acesso à internet e softwares apropriados para as atividades de
formação educacional, bem como outros específicos da atuação profissional, além de contarem
com rede wi-fi gratuita em todo o campus. Tal estrutura permite que as disciplinas obrigatórias
Introdução à Computação e Organização do Trabalho Acadêmico, bem como as eletivas da
área computação, sejam desenvolvidas em conexão prática com seus conteúdos ministrados.
O Prédio do IM tem acesso livre à internet wi-fi, em rede aberta. Nos hall de circulação
há tomadas para carregar celulares e computadores que possibilitem o acesso livre à internet
dos alunos. Também foi disponibilizado aos alunos o Sistema Eduroam. O Eduroam (education
roaming) é um serviço desenvolvido para a comunidade internacional de educação e pesquisa
que oferece acesso sem fio à internet sem a necessidade de múltiplos logins e senhas, de
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forma simples, rápida e segura. Este sistema permite que o aluno acesse sites das
universidades estrangeiras, com seus computadores e celulares pessoais e sejam
reconhecidos como membros da comunidade acadêmica da UFAL e tenham acesso aos
periódicos e espaços de interação exclusivos à pesquisa internacional - com liberação gratuita
e com maior velocidade de conexão.
O IM dispõe de 6 aparelhos de Datashow que permitem ao professor inserir estes
recursos tecnológicos como aporte para compor suas aulas e dinâmicas em sala de aula.
Tanto no campo da pesquisa, como no da extensão, o uso das TICs ocorre de forma
relacionada a saberes interconectados com experiências de sala de aula e execuções práticas
fomentadas por atividades didáticas diversas. Os estudantes participam de programas como o
PIBIC que lhes possibilitam articular tecnologias e o uso de softwares na medida em que
executam os projetos demandados às capacidades do futuro bacharel em Matemática.
O

curso

de

Bacharelado

também

implementou a utilização das Redes de

Relacionamento e mídias digitais na relação de comunicação com a comunidade e os
discentes.

Há

um

perfil

público

no

facebook,

(https://www.facebook.com/matematica.coordenacaoufal) com o objetivo de estreitar a relação
com os alunos e facilitar a comunicação das atividades e propor ações de debate, diálogo e
orientação mediada pelo ciberespaço.
10. METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Nos planos de cada disciplina são apresentadas de maneira específica a metodologia.
De modo geral, como de costume em cursos de Matemática, os docentes utilizam ferramentas
como as descritas a seguir:
a)​ Aulas teóricas: aulas expositivas, no quadro ou em slides, onde os conteúdos
programáticos podem ser abordados em nível básico, avançado ou aprofundado, de
acordo com a natureza da disciplina e localização curricular. Nesta forma de ensino
também são estimulados um debate entre aluno e professor, possibilitando uma
construção mais natural possível de cada conteúdo.
b)​ Seminários: apresentação feita por estudantes de temas básicos e mais avançados.
c)​ Atividades semipresenciais: o currículo desenvolvido pode ser complementado com a
realização de atividades semipresenciais em algumas disciplinas. Tais atividades podem
ser elaboradas pelos docentes e consistem em momentos de autoaprendizagem, com a
utilização de recursos das tecnologias da informação e comunicação (TICs),
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possibilitando estudos dirigidos, pesquisas bibliográficas, resolução de exercícios, dentre
outras, conforme a proposta de cada disciplina.
A realidade atual exige profissionais de educação atualizados com as tecnologias
digitais, como por exemplo as plataformas google meet e zoom. Estas se mostraram bem
eficientes em momentos de pandemia.
11. ASPECTOS INTERDISCIPLINARES E DE INCLUSÃO
Esta atualização do PPC visa proporcionar uma maior interdisciplinaridade dos
conteúdos teóricos do curso de Bacharelado em Matemática com áreas afins, como por
exemplo, Ciência da Computação, Engenharia da Computação e Física. Assim, buscaremos
o diálogo entre as disciplinas teóricas e as disciplinas aplicadas de Matemática com o intuito
de significar melhor o conhecimento teórico obtido.
Este PPC também pretende fomentar a inclusão na matemática e fará isto por meios
de alternativas práticas, com projetos de extensão visando sanar as lacunas da formação
básica necessária para o melhor desenvolvimento no curso e, também, aproximar os
docentes e os discentes, fazendo com que o docente conheça e atue com maior
contundência a fim de evitar os maiores problemas do curso que são a evasão e reprovação
do alunado.
No ano de 2013, a UFAL criou o Núcleo de acessibilidade da UFAL (NAC). O Núcleo
é responsável por orquestrar e promover as ações institucionais para o desenvolvimento da
inclusão de pessoas com deficiência na vida acadêmica na perspectiva de eliminar barreiras
pedagógicas, arquitetônicas e na comunicação e informação, promovendo o cumprimento
dos requisitos legais de acessibilidade. Os serviços promovidos pelo NAC são: Residência
universitária; Restaurante universitário; Programa de bolsas e auxílios; Solicitação de
atendimento médico; Cartão odontológico; Acolhimento psicológico; Ajuda de custo para
apresentação de trabalho.
O curso de Matemática Bacharelado tem atuado com interesse em diversificar o perfil
do aluno tornando o curso e a universidade mais plural. No entanto, quando há
impossibilidade de sua atuação, tem buscado encaminhar e auxiliar (no que está no
alcance) o Núcleo de acessibilidade da UFAL.
A interdisciplinaridade proposta neste PPC também tem como interesse tornar o curso
de Matemática Bacharelado mais atrativo e, assim, mais inclusivo. Pretende-se também
adotar atividades de extensão que visam popularizar a matemática como ciência e

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ferramenta útil para o desenvolvimento humano. Todas essas propostas buscam diminuir a
evasão e reprovação, visamos promover, também por meio da extensão, propostas que
fomente a formação continuada dos professores das escolas públicas e a complementação
da formação básica dos alunos recém ingressantes no curso. Todas estas propostas visam
tornar o instituto mais inclusivo.
12. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na Lei de
DBEN no que concerne à aferição quantitativa do percentual de 75% de presença às
atividades de ensino previstas pela carga horária de cada disciplina e no total da carga
horária do curso e qualitativa em relação ao total de pontos obtidos pelo aluno em cada
disciplina.
No plano interno, a avaliação da aprendizagem atende ao Art. 9º. da Resolução 25/05
– CEPE que determina que o regime de aprovação do aluno em cada disciplina será
efetivado mediante a apuração da frequência às atividades didáticas e do rendimento
escolar.
Neste entendimento, o Art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado por falta o
aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das atividades didáticas
realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência, só
será permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
O processo de avaliação se dá durante todo o desenvolvimento do curso, tendo como
pressupostos básicos a avaliação participativa e processual, atendendo aos diversos níveis
de avaliação. A aprovação ou não em uma disciplina segue as normas previstas na
Resolução

CEPE/UFAL

25/2005

e

suas

modificações

dadas

pela

Resolução

CONSUNI/UFAL 69/2010.
O docente opta pelos métodos de avaliação (provas abertas, fechadas, atividades
práticas, seminários, relatórios, participação nas discussões, etc.), cujos níveis de
intensidade e graus de dificuldades e aprofundamento são definidos pela especificidade de
cada disciplina estudada. O sistema de avaliação da aprendizagem em cada uma das
disciplinas irá observar o que normatiza a resolução no 25/2005 do CEPE (Conselho de
Ensino, Pesquisa e Extensão) da Universidade Federal de Alagoas, que estabelece:
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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a)​Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por
semestre letivo;
(b)​Prova Final (PF), quando for o caso;
(c)​ Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1º – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação,
inclusive prova final, após a divulgação antecipada de, pelo menos,
48 (quarenta e oito) horas, das notas obtidas pelo aluno em
avaliações anteriores.
§ 2º - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios
de avaliação e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação
de cada resultado, poderá solicitar revisão da correção de sua
avaliação, por uma comissão de professores designada pelo
Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o
Estágio Curricular Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada,
sempre que possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo
bimestre e será resultante de mais de 01 (um) instrumento de
avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de
outras opções como provas orais, seminários, experiências clínicas,
estudos de caso, atividades práticas em qualquer campo utilizado no
processo de aprendizagem.
§ 1º - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01
(um) ou mais dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na
Avaliação Bimestral (AB) respectiva, calculada considerando-se a
média das avaliações programadas e efetivadas pela disciplina.
§ 2º - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0
(sete) em uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no
final do semestre letivo, a ser reavaliado naquela em que obteve
menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior nota.
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a
média aritmética, apurada até centésimos, das notas das 02 (duas)
Avaliações Bimestrais.
§ 1º - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00
(sete).
§ 2º - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final
(NF) das Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).

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Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete),
terá direito a prestar a Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo
da disciplina ministrada e será realizada no término do semestre
letivo, em época posterior às reavaliações, conforme o Calendário
Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova
Final (PF), em cada disciplina, o aluno que alcançar média final igual
ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a
média ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com
peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não
tendo comparecido à Prova Final (PF), comprove impedimento legal
ou motivo de doença, devendo requerê-la ao respectivo Colegiado
do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a realização
da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada,
realizar-se-á até 05 (cinco) dias após a realização da primeira
chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no Parágrafo
único do Art. 16.

Visando diminuir o índice de retenção e maximizar a possibilidade de recuperação
acadêmica dos alunos, o sistema de avaliação prevê, como supracitado, a realização de
uma Reavaliação de Aprendizagem que substituirá a menor de suas notas obtidas entre as
duas avaliações bimensais. Esta ação acontece antes da avaliação final, possibilitando o
aluno não apenas recuperar a nota e melhorará sua média, como ter um melhor
aproveitamento acadêmico.
Segundo a Resolução CEPE UFAL 25, artigo 11, a avaliação do rendimento escolar
se dará através de:
a)​ Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
b)​ Prova Final (PF), quando for o caso;
c)​ Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

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13. OUTRAS AVALIAÇÕES
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso é de fundamental importância
para medir o sucesso do currículo proposto para o curso de Matemática Bacharelado, bem
como para certificar-se da necessidade de alterações futuras que venham aperfeiçoar o
projeto, tendo em vista o seu caráter dinâmico e a necessidade de adaptar-se às constantes
avaliações que ele terá que enfrentar.
Seguindo orientações dos conselhos superiores da UFAL, deverão ser inseridos
mecanismos que possibilitem uma avaliação institucional e uma avaliação do seu desempenho
acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo com as normas vigentes na Instituição,
possibilitando a realização de uma análise diagnóstica e formativa, durante todo o processo de
implantação do atual Projeto Pedagógico. Nessa direção, o PDU do Instituto de Matemática
estabelece dois objetivos:
a)​ Elevar a qualidade do curso de Graduação de Matemática Bacharelado do
IM/UFAL para formar profissionais qualificados para exercerem os seus papéis
dentro da sociedade a qual eles pertencem;
b)​ Elevar o número de formandos do curso de Matemática Bacharelado.
Desse modo, o processo de avaliação do curso será realizado mediante as seguintes
ações:
1)​ Implementação, acompanhamento, avaliação e ajustes (caso necessário) do PPC do
curso;
2)​ Criação e aplicação de questionários para que possam ser usados nas avaliações do
curso;
3)​ Realização de avaliações periódicas e apresentação dos resultados em assembleias do
IM.
Tal processo de avaliação deverá utilizar estratégias e táticas que possibilitem uma
discussão ampla, visando detectar as deficiências que existam.
De acordo com as regras regimentais universitárias, os colegiados dos cursos de
graduação juntamente com os núcleos docentes estruturantes devem coordenar/fiscalizar o
funcionamento acadêmico dos cursos de graduação ofertados pela Unidade Acadêmica,
cuidando de seu desenvolvimento e avaliação permanente. Portanto, faz-se necessário um
acompanhamento permanente do processo de implantação e execução do Projeto Pedagógico
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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

do curso.
14. APOIO AOS DISCENTES
Em 2013 tornou-se oficial a criação do Núcleo de acessibilidade da UFAL – NAC, que
visa o apoio estudantil e a inclusão da pessoa com deficiência. O Núcleo oferece o
Atendimento Educacional Especializado (AEE) aos estudantes, o qual identifica, organiza e
elabora recursos pedagógicos e de acessibilidade com a finalidade de eliminar as barreiras
para a plena participação dos discentes, considerando as suas necessidades específicas.
Esse atendimento tanto pode ser feito através de acompanhamento nas salas de aulas que os
discentes frequentam, quanto em atividades na sala do NAC em horário oposto ao das aulas,
para assessorar na confecção de trabalhos acadêmicos. Pode-se também fazer adaptação de
materiais didáticos, além de capacitar para o uso de tecnologias assistivas, como por
exemplo, recursos de informática para transformar textos em áudio para pessoas cegas.
Com relação ao atendimento de discentes com Transtorno do Espectro Autista,
conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, incluso no instrumento de
avaliação dos cursos de graduação do INEP de junho de 2015, a Universidade Federal de
Alagoas, nesse momento fomenta estudos e debates no intuito de constituir uma política
institucional que explicite ações neste âmbito e que fundamente os cursos de graduação
desta instituição em metodologias e ações atitudinais que visem a inclusão de pessoas com
este transtorno. Os discentes com transtorno do espectro autista também são atendidos pelo
NAC.
A universidade também tem oferecido cursos de línguas estrangeiras, programa de
bolsas e auxílios, residência universitária, restaurante universitário, cartão odontológico,
solicitação de atendimento médico, acolhimento psicológico e ajuda de custo para
apresentação de trabalho.
Ressaltamos que os casos, nos quais haja a impossibilidade de atendimento dentro do
próprio Curso, seja por questões físicas, seja por questões de vulnerabilidades existentes, são
encaminhados para o Núcleo de Acessibilidade da UFAL.
Os discentes do Curso de Matemática Bacharelado têm participado de ações, projetos e
atividades referentes aos programas, como Programa de Monitoria, Programa de Tutoria e
Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC). Esta participação é tanto
como bolsistas, colaboradores e voluntários, bem como também usufruir das ações
desenvolvidas nestes programas.

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15. INFRAESTRUTURAS
As atividades de ensino e técnico-administrativas do Curso de Matemática Bacharelado
são realizadas em dois prédios no espaço do Instituto de Matemática, no Campus A. C.
Simões. No prédio mais antigo, encontram-se: parte administrativa, com 3 secretarias
(graduação, pós- graduação e direção); uma biblioteca setorial; uma sala para a direção e
para a coordenação; uma sala para o Centro Acadêmico; uma sala para as Olimpíadas de
Matemática; quatro banheiros, uma sala de estudos, uma sala para visitantes e discentes de
pós-doutorado, uma copa, gabinetes de docentes e uma sala para pós-graduação.
No segundo prédio, temos gabinetes de docentes, salas de aula (graduação e
pós-graduação), quatro banheiros, uma copa, uma sala do servidor, um laboratório de ensino
de matemática, um laboratório de informática e uma sala de monitoria. Enfatizamos que o
prédio possui rampa, possibilitando o acesso de cadeirantes a qualquer local.

16. REFERÊNCIAS
1. UFAL. Resolução Nº 25/2005 - CEPE, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005. Institui e regulamenta
o funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da UFAL, a
partir do ano letivo de 2006, 26 Outubro 2005.
2. UFAL. Projeto Pedagógico - Graduação em Ciência da Computação - Maceió, Dezembro de
2019.
3. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE
EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 DE JUNHO DE 2007 Dispõe sobre carga
horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de
graduação, bacharelados, na modalidade presencial, 18 de junho de 2007.
4. CNE/CES Nº 1.302/2001, 6 de novembro de 2001. Institui as diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos de Matemática, Bacharelado e Licenciatura, Brasília, 6 de
Novembro de 2001.
5. CNE/CES 3, 18 DE FEVEREIRO DE 2003. Estabelece as Diretrizes Curriculares para os
cursos de Matemática, Brasília, 18 de fevereiro de 2003

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

6. BRASIL. Lei Nº 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999. Dispõe sobre a educação ambiental,
institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências., Brasília, 27
Abril 1999. Acesso em: 3 Julho 2017.
7. BRASIL. Decreto Nº 4.281, DE 25 DE JUNHO DE 2002. Regulamenta a Lei no 9.795, de 27
de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências, Brasília, 25 Junho 2002. Acesso em: 3 Julho 2017.
8. CNE. Resolução Nº 2, DE 15 DE JUNHO DE 2012. Estabelece as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação Ambiental., Brasília, 15 Junho 2012. 1-7.
9. CNE. Parecer CNE/CP 008/2012, DE 06 DE MARÇO DE 2012. Diretrizes Nacionais para a
Educação em Direitos Humanos, Brasília, 30 Maio 2012.
10. CNE. Resolução Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012. Estabelece Diretrizes Nacionais para a
Educação em Direitos Humanos, Brasília, 30 Maio 2012.
11. BRASIL. Lei Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015. Inclusão da Pessoa com Deficiência,
Brasília, 6 Julho 2015. Acesso em: 3 Julho 2017.
12. BRASIL. Lei Nº 12.764, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. Institui a Política Nacional de
Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3o do art.
98 da Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990, Brasília, 27 Dezembro 2012. Acesso em: 3 Julho
2017.
13.UFAL. Resolução Nº 25/90 - CEPE, DE 30 DE OUTUBRO DE 1990. Estabelece normas para
reformulação curricular na UFAL, 30 Outubro 1990.
14. UFAL. Resolução Nº 04/2018-CONSUNI/UFAL. Regulamenta as ações de extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da
UFAL, Maceió, 19 Fevereiro 2018. 52
15. UFAL. Instrução Normativa Nº 02 PROGRAD/Fórum das Licenciaturas, de 27 de Setembro de
2013. Disciplina a construção de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) nos cursos de
graduação da UFAL, Maceió, 27 Setembro 2013.
16. UFAL. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS – BACHARELADO,
Maceió, Março 2018.

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

ANEXO 1: RESOLUÇÃO DE TCC
O colegiado do curso de Matemática Bacharelado da Universidade Federal de Alagoas, no
uso de suas atribuições legais e estatutárias e tendo em vista aperfeiçoar o funcionamento da
atividade obrigatória denominada de Trabalho de Conclusão de Curso (doravante TCC), para dar
cumprimento ao que está disposto no seu Projeto Pedagógico, resolve:
Estabelecer normas regimentais do Trabalho de Conclusão de Curso para o Curso de
Matemática Bacharelado, nos termos abaixo:

TÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Artigo 1° - Este documento regulamenta o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) como
atividade obrigatória para a obtenção do título de bacharel em Matemática, na modalidade
presencial, pela Universidade Federal de Alagoas, Campus A.C. Simões (Maceió).
Parágrafo único - Todo o procedimento de desenvolvimento e defesa do TCC será norteado
(reger-se-á) pelo Regimento Geral da Universidade Federal de Alagoas, pelo Projeto Pedagógico
do Curso de Matemática Bacharelado (PPC) e por esta resolução.
TÍTULO II
DO CONCEITO E FINALIDADE
Artigo 2° - O TCC consistirá de trabalho de graduação, de natureza monográfica, a ser elaborado
individualmente, sob a orientação de um docente vinculado à Universidade Federal de Alagoas.
Artigo 3° - O TCC versará sobre tema relacionado a um ou mais conteúdos do Curso de
Matemática Bacharelado, e reunirá os diversos componentes da formação acadêmica construídos
durante a graduação, mostrando domínio dos saberes relativos à sua área específica de
conhecimento.
Artigo 4° - A carga horária do TCC é de 72 horas, conforme definida no Projeto Pedagógico do
Curso, e destina-se ao desenvolvimento, conclusão e apresentação oral e defesa do TCC.

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

TÍTULO III
DA PROPOSTA, DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO
CAPÍTULO I
DA PROPOSTA
Artigo 5° - O estudante que tenha concluído o mínimo de 50% da carga horária de disciplinas
obrigatórias poderá submeter a Proposta de TCC junto à coordenação do curso, na forma e nos
prazos por ela estabelecidos.
Parágrafo único - A Proposta de TCC deverá constar de:
I.​

Identificação do aluno, do orientador e eventual coorientador;

II.​

Tema, resumo do problema a ser abordado, metodologia empregada e referencial
bibliográfico preliminar;

III.​

Carta de aceite do orientador e coorientador;

IV.​

Indicar se o TCC terá defesa oral;

V.​

Cronograma de atividades com data de início do desenvolvimento, carga horária semanal
dedicada pelo estudante e previsão de defesa. O cronograma precisa estar de acordo com
a carga horária mínima exigida no PPC do curso.

Artigo 6° - Caberá ao colegiado do curso de Matemática Bacharelado estabelecer um
coordenador de TCC, do quadro permanente do Instituto de Matemática da UFAL, para julgar as
propostas submetidas e divulgar o resultado.
§1°. A proposta será automaticamente recusada uma vez que o orientador indicado se encontrar
impedido pelo disposto no Artigo 25°.
§2°. Propostas que envolvam pesquisas com seres humanos ou animais de qualquer espécie
serão encaminhadas também para o Comitê de Ética, tendo este o poder de indeferir a proposta.
§3º. Propostas recusadas pelo coordenador de TCC poderão ser julgadas pelo colegiado do
curso de Matemática Bacharelado se o proponente assim desejar.
§4º. O coordenador de TCC deverá ser substituído a cada dois anos.

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Projeto Pedagógico do Curso de Matemática Bacharelado – UFAL

Artigo 7° - Alterações nos itens descritos na Proposta de TCC após a sua aprovação, tais como
alterações no cronograma, tema de estudo, orientador e etc, deverão ser encaminhadas ao
coordenador de TCC, acompanhadas de justificativa plausível, em formulário próprio, a ser
apreciada pelo coordenador de TCC.
§1°. Qualquer solicitação de alteração da Proposta de TCC deverá constar a assinatura do
orientador e do estudante autor da proposta.
§2°. No caso de mudança de orientador, a solicitação deverá vir acompanhada de carta de
aceitação do novo orientador e assinatura daquele que será substituído.
Artigo 8° - O não cumprimento de qualquer item descrito na Proposta de TCC implicará na sua
anulação imediata.
Artigo 9° - Trabalhos defendidos sem a prévia submissão da Proposta de TCC não terão
validade.
CAPÍTULO II
DO DESENVOLVIMENTO
Artigo 10° - O desenvolvimento do TCC dar-se-á sob a supervisão do orientador, definido
conforme estabelecido na Proposta de TCC.
Artigo 11° - Após o início das atividades de desenvolvimento do TCC, o estudante deverá realizar
os devidos procedimentos de matrícula e credenciamento de TCC junto à coordenação do curso,
conforme rege o artigo 18º da resolução CEPE 25/2005.
CAPÍTULO III
DA COMPOSIÇÃO DA BANCA EXAMINADORA
Artigo 12° - A banca examinadora deve ser constituída por pelo menos 3 (três) membros, sendo
o orientador do TCC membro nato e presidente da banca.

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Parágrafo único. Se houver um coorientador e o mesmo compor a banca examinadora, a
mesma deverá ser composta por pelo menos 4 membros.
Artigo 13° - Os membros da banca examinadora, com exceção do orientador, deverão pertencer
a uma instituição de ensino superior credenciada pelo Ministério da Educação.
Artigo 14° - A escolha e convite dos demais membros são de responsabilidade única do
orientador do TCC, sendo realizada através do preenchimento do Formulário de Composição da
Banca Examinadora para TCC (FCBE-TCC), que deverá ser entregue à coordenação de curso
com antecedência mínima de pelo menos 21 (vinte e um) dias corridos antecedentes à data da
defesa.
§1°. Deverá constar no FCBE-TCC nome e instituição de vínculo dos membros titulares e dos
respectivos suplentes.
§2°. Caberá ao coordenador de TCC, dentro de um prazo de 3 (três) dias úteis após a data de
entrega do FCBE-TCC, a aprovação da proposta de composição da banca examinadora.
§3°. Para o caso de não aprovação da composição proposta, o orientador terá um prazo máximo
de 3 (três) dias úteis para compor uma nova proposta e submeter à coordenação do curso.
§4º. Para o caso de não aprovação da recomposição proposta, deve-se preencher um novo
formulário e seguir as instruções que rege o Caput deste artigo.
CAPÍTULO IV
DA AVALIAÇÃO E DEFESA
Artigo 15º - O orientador, em consonância com o aluno, deve escolher entre a avaliação e defesa
do TCC ou apenas a avaliação, e essa escolha deve constar na proposta de TCC.
Artigo 16° - A apresentação oral e defesa do TCC será realizada em sessão pública sediada,
preferencialmente, no Instituto de Matemática da UFAL, campus Maceió, com duração entre 30 e
45 minutos, diante de uma banca examinadora composta por pelo menos 3 professores, incluindo
o orientador.

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Artigo 17° - A versão final do TCC a ser avaliada deverá ser entregue aos membros da banca
examinadora com antecedência mínima de 15 (quinze) dias corridos antecedentes à data de
defesa.
Parágrafo único. É de responsabilidade do orientador a entrega da versão final a ser avaliada do
TCC para os demais membros da banca.
Artigo 18° - A nota final de cada membro da banca será dada da seguinte forma:
I.​

Para o aluno que optar pela avaliação e defesa do TCC será atribuída uma nota parcial, de
0,0 a 10,0, para o trabalho escrito e outra para a apresentação oral e defesa. A nota será
dada por uma média ponderada, sendo a nota do trabalho escrito com peso 6 (seis) e a
nota da apresentação oral e defesa com peso 4 (quatro).

II.​

Para o aluno que optar apenas pela avaliação do TCC será atribuída uma nota, de 0,0 a
10,0, para o trabalho escrito.

Artigo 19° - A nota final do aluno em seu TCC será a média aritmética da nota final de cada
membro da banca.
Artigo 20° - Será considerado aprovado no TCC o aluno que obtiver nota igual ou superior à 7,0
(sete).
Parágrafo único. O TCC que obtiver nota final inferior ao que estabelece o caput deste artigo
deverá preencher um formulário de Reavaliação de TCC, cujo prazo para uma nova defesa será
determinado pelo orientador e pela coordenação do curso.
Artigo 21° - A nota final do TCC e as eventuais correções sugeridas pela banca examinadora
deverão constar na Ata de Defesa.
§1° - A Ata de Defesa deverá ser preenchida e assinada pelos membros da banca e pelo
coordenador do curso, no ato da defesa e em 2 vias: uma destinada à coordenação do curso e
outra ficará de posse do estudante.
§2° - É de responsabilidade do presidente da banca examinadora a entrega das vias da Ata de
Defesa para a coordenação do curso.

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TÍTULO IV
DAS ATRIBUIÇÕES
CAPÍTULO I
DO ESTUDANTE
Artigo 22° - Na elaboração do Projeto do TCC compete ao estudante:
I.​

Elaborar, juntamente com o orientador, a Proposta de TCC;

II.​

Encaminhar à coordenação do curso, dentro do prazo estabelecido, a Proposta de TCC
contendo as informações especificadas no Artigo 5°.

Artigo 23° - No desenvolvimento do TCC compete ao aluno:
I.​

Elaborar e entregar ao professor orientador, nos prazos estabelecidos, os trabalhos
intermediários por ele definidos;

II.​

Apresentar-se ao professor orientador, em horários previamente estabelecidos, para
orientação e exposição do andamento do trabalho;

III.​

Entregar, ao orientador, em tempo hábil, a versão do TCC que será entregue à Banca
Examinadora;

IV.​

Elaborar a versão final escrita do TCC, obedecendo às normas de editoração e aos prazos
estabelecidos;

V.​

Entregar versão final em mídia digital ao Repositório da UFAL;

VI.​

Comparecer perante a Banca Examinadora para a apresentação oral e defesa, na data e
local determinados pela Proposta de TCC, caso a proposta de TCC opte pela defesa oral;
CAPÍTULO II
DO ORIENTADOR

Artigo 24° - A orientação do TCC será realizada exclusivamente por docente vinculado ao
Instituto de Matemática da Universidade Federal de Alagoas.

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Artigo 25° - Cada docente poderá acumular a orientação de até 4 (quatro) alunos por semestre
letivo.
Artigo 26° - Compete ao professor orientador:
I.​

Orientar o aluno na escolha do tema, avaliando sua relevância e exequibilidade,
delimitando-o e indicando fontes bibliográficas;

II.​

Acompanhar a elaboração do Projeto de TCC;

III.​

Submeter o projeto do TCC ao Comitê de Ética em Pesquisa da UFAL, quando necessário.

IV.​

Receber o aluno, em horário pré-estabelecido, para orientação e avaliação do andamento
do TCC, com o objetivo de garantir o amadurecimento gradual das ideias a respeito do
tema escolhido e racionalizar a distribuição dos trabalhos intermediários;

V.​

Sugerir à coordenação do curso os membros da Banca Examinadora;

VI.​

Participar, como presidente da Banca Examinadora, da avaliação final do TCC;

VII.​

Entregar a versão final a ser avaliada do TCC para os demais membros da banca.

VIII.​

Encaminhar à coordenação do curso a Ata de Defesa imediatamente após a apresentação
oral e defesa do TCC, quando houver.
CAPÍTULO III
DO COORDENADOR DE TCC

Artigo 27º - O Coordenador de TCC será designado pelo colegiado do curso de Matemática
Bacharelado e compete ao mesmo:
I.​

Articular com os membros do Colegiado do curso de Matemática Bacharelado para
compatibilizar diretrizes, organização e desenvolvimento dos trabalhos;

II.​

Auxiliar, caso necessário, o aluno na escolha do professor orientador;

III.​

Avaliar as propostas de TCC nos moldes do artigo 5º, parágrafo único;

IV.​

Avaliar a proposta de composição da banca examinadora.

V.​

Auxiliar o aluno e o orientador em eventuais dúvidas a respeito das regras desta resolução.

TÍTULO V
DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS

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Artigo 28° - Qualquer caso omisso a esta resolução deverá ser encaminhado à coordenação do
curso de Matemática Bacharelado a fim de ser avaliado pelo Colegiado de Curso.
Artigo 29° - A presente resolução entrará em vigor a partir da data de sua homologação pelo
Colegiado do Curso de Matemática Bacharelado.
​
​

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FORMULÁRIO DE PROPOSTA DO TCC

1. Dados do Aluno
Nome: _________________________________________________________
Matrícula: ____________________

Periodo Atual:____________________

2. Dados do Orientador
Nome do Orientador:______________________________________________
Matrícula Siape:__________________________________________________
3. Dados do Coorientador
Nome do Orientador:______________________________________________________
Matrícula Siape:_________________
4. Dados do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC)
Título:_________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
Resumo:_______________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________

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Cronograma Provisório:
Mês

Atividade
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​
​

Carga Horária Semanal Dedicada:

Aluno: ____ horas.
Orientador: _____ horas.

Previsão de Defesa (mm/aaaa): __________________ de 20____.

Maceió, _____ de ______________ de 20____.
______________________________

_____________________________

Assinatura do Aluno

Assinatura do Orientador

5. Parecer do Coordenador de TCC

⬜ Aprovado
⬜ Reprovado

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Justificativa do Parecer:
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

Maceió, _____ de ______________ de 20____.

______________________________ ________________________________
Assinatura do Coordenador de TCC

Assinatura do Coordenador do Curso

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